Share this
Bons indicadores apresentados pelo dirigente do Unifacvest, Giovani Broering, durante coletiva à imprensa, na manhã desta terça-feira (28), cria boas perspectivas para o ensino superior de Lages e Região.
Além das melhorias na estrutura que a Universidade já teve nos últimos tempos, cerca de r$ 12 milhões em investimentos, Broering, informou que estão concluídos os trabalhos de reformulação dos projetos pedagógicos.
Fatores importantes para o que deve vir pela frente, e que devem mudar os conceitos estruturais.
.
Alunos de longe
Uma estratégia que vem dando certo. Ao investir na mídia em grandes centros do País, o resultado foi a captação, até agora, de cerca de 800 acadêmicos oriundos de estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, ou Fortaleza.
O argumento, além da estrutura, o ensino com mais qualidade, e principalmente a garantia de mais segurança, servem como atrativos a esses alunos distantes.
.
Corpo docente
A Instituição conta com 250 professores. Destes, 40% são doutores e outros 60%, mestres. Giovane, preferiu não divulgar o número de acadêmicos.
.
Crescimento
Os fatores do crescimento de Lages, no campo econômico, despertaram também no Unifacvest, a necessidade de que algo fosse também feito no ensino superior da Instituição.
Assim, como foi dito, de três anos para cá, tem sido um crescente na avaliação dos cursos pelo Ministério da Educação, especialmente os ligados na área da saúde, como Odontologia, Farmácia, Fisioterapia e Enfermagem. Todos com índices 4.
.
Enade
As notas do Enade é o que mais pesa para a Universidade particular. Embora ainda aguarde para o dia 6 de novembro a divulgação geral do ranking, adiantou que os cursos de Odontologia e Engenharia Civil estão em terceiro lugar no Sul do País.
A própria Instituição que, em 2013 alcançou a média de avaliação de 2,72%, em notas de 0 a 5. E hoje, chega a 3.16%. Bem acima da média nacional, o que a coloca na 11ª posição em qualitativos no Brasil, segundo o professor Broering.
.
Novos cursos
Giovane coloca o Unifacvest como uma das pequenas Universidades de Santa Catarina, e só conseguirá sobreviver se tiver excelência. Para ele, algumas universidades privadas como a Univnove e a Positivo, em breve, estarão entre as 150 melhores do mundo.
Por este motivo, a verificação pedagógica foi necessária. Hoje, a Unifacvest oferece 36 cursos, e a perspectiva é de poder contar com mais cinco: dois na área da saúde, mas dois, na de engenharia, e outro, como novidade, trazer a Lages, o primeiro curso de graduação em cerveja.
.
Curso de Medicina
Foi o último tema abordado na coletiva. Porém, com grande destaque. Para Giovane, Lages precisa de mais um curso de medicina, exatamente pela falta de profissionais no mercado. Para ele, será uma tábua de salvação para todos os projetos em desenvolvimento na área médica.
Lages preenche todos os requisitos. No entanto, precisa do total apoio dos governantes, do prefeito Elizeu Mattos ao governador Raimundo Colombo.
Ele afirma que não existe questão técnica para a implantação do curso, em sim, política.
Como as universidades não têm autonomia para implantar cursos na área da saúde, precisa que o lançamento de um edital tenha respaldo das autoridades políticas, em Brasília.
Caso consiga, prevê novos investimentos em torno de R$ 30 milhões, somente para o setor da saúde, na Universidade, dando todas as contrapartidas sociais no sistema público ao município.
E, numa perspectiva, poderá projetar a instalação já a partir do segundo semestre de 2015.
Finalizou dizendo, que está na hora de Lages e Região, avaliar criteriosamente o universo de coisas boas que a cidade está tendo.
.
Outras informações
Informou que o Colégio Univest está sendo reformado, e que lá, está sendo construído um novo Teatro, numa área de 2.300m², com capacidade para 400 pessoas.
Quer ainda começar a envolver as crianças, desde já, em projetos científicos pedagógicos, além de manter a estrutura existente dedicada aos alunos com academia de ginástica e aulas de natação.
Por fim, informou que este na o não irá realizar o Natal Encantado, em função dos inesperados gastos com as reformas decorrentes com a chuva de granizo, que causaram mais estragos do que se imaginava.



