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Lideranças partidárias da Câmara dos Deputados e do Senado, ainda não colocaram em pauta a análise de vetos presidenciais pendentes de votação. Ainda não há nova data para a sessão conjunta do Congresso Nacional, depois do adiamento das votações na quinta-feira (23). Estão pendentes, as análises de 34 vetos presidenciais.

A única definição é de que oposição e situação acertaram que a prioridade será para os vetos que tratam do novo arcabouço fiscal; do voto de qualidade a favor do governo nas decisões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf); e do marco temporal das terras indígenas.
O adiamento se deu por divergências sobre os vetos entre os líderes partidários no Congresso. Deverá também entrar nas discussões, o projeto de lei de desoneração da folha de pagamento de 17 setores, vetado integralmente por Lula.



