Share this
A notícia de que deputados terão direito à segurança policial, está criando embaraços ao Legislativo Catarinense. Alguns deputados se pronunciaram a respeito de informações que circularam em alguns veículos de comunicação.
O deputado Sargento Lima (PL) fez uso das redes sociais para expor seu ponto de vista. Segundo ele, foi surpreendido, ao ler o noticiário, por uma medida tomada pela Assembleia Legislativa (para a qual foi reeleito com 71 mil votos), que cada um dos deputados terá o direito de ter segurança pessoal, feita por um PM – instituição que tem orgulho de ter feito parte por mais de duas décadas.

Segundo apontou, a decisão não passou nem perto do Plenário, e é exclusiva da Mesa Diretora, assinada pelo presidente Mauro de Nadal (MDB). Em tom crítico, ele afirmou que não encontra responsabilidade e nem mesmo lógica neste tipo de proposição.
Já não bastasse a afronta ao pagador de impostos, em matéria votada em menos de um minuto, na qual se paga um deputado para fazer o ele já é pago para fazer, criação de secretarias que ninguém sabe para que se destina, além de criar cargos com salários muito superiores à média de quem paga por tudo isso.
Quanto à segurança para deputado, ele disse crer que isso seja um equívoco, justamente quando há pedido de 10 entre 10 prefeitos, por efetivo. “Em um Estado onde uma única viatura atende três municípios, a irresponsabilidade com a segurança pública deveria ser tomada como crime”, disse. A crítica ainda teve outros pontos mais contundentes.



