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Abordei veemente a questão da caça ao javali na Região Serrana, recentemente, expondo as dificuldades que os moradores em áreas rurais têm para abater os animais.
A Polícia Ambiental também está preocupada e interessada em resolver o problema.
Armas apreendidas com caçadores de javali que estavam ilegais
Portanto, após flagrantes de caça de javali sem permissão e os esclarecimentos encaminhados à imprensa, em menos de duas semanas vários interessados procuraram a Polícia Militar Ambiental (PMA), de Lages.
Do dia 3 até o dia 22, deste mês, 27 permissões foram concedidas em Lages, sendo que no ano passado o número foi de apenas quatro.
Somente na circunscrição da PMA de Lages, que compreende os municípios de Capão Alto, Campo Belo do Sul e São José do Cerrito, foram expedidas desde 2011, 66 autorizações para o abate de javali.
Apesar do abate legalizado, o médico veterinário e gerente regional da Cidasc, José Joni Waltrick, explica que a carne não pode ser vendida, e muito menos consumida.
Na região, as cidades que mais têm problema com ataques de javali são Capão Alto, Campo Belo e Cerro Negro.



