PMA desmonta serrarias clandestinas em São Joaquim

Tem gente que gosta mesmo de ir contra a lei. Em São Joaquim, o 2º BPMA, unidade que integra o Comando de Policiamento Militar Ambiental da PMSC, através da sua unidade em Lages, flagrou na quarta-feira, 20, duas serrarias clandestinas no interior do município de São Joaquim – SC.

Tudo foi descoberto a partir de denúncias anônimas. Foi verificar e descobriu o beneficiamento de madeira nativa da espécie Araucária Angustifólia (pinheiro brasileiro).

As atividades estavam sendo realizadas nas localidades de Despraiado e Invernada da Cadeia, interiores de São Joaquim. Os responsáveis foram identificados e autuados.

Fotos: Cb PM Antunes

PMA realiza Operação Insecta I

Abrangência: todo o 2º  BPMA, envolvendo os municípios de São Miguel do Oeste, Chapecó, Concórdia, Caçador, Porto União, Canoinhas, Curitibanos, Joaçaba e Lages. Duração: 07:00h do dia 19/06/19 às 01:00h do dia 20/06/19.

Objetivos:

1-Realizar ações de polícia ostensiva ambiental, preventivas e repressivas, visando coibir a caça ilegal de animais silvestres, bem como fiscalizar as atividades de controle populacional do javali nas regiões Oeste, Meio Oeste, Planalto Norte e Serra localizadas no estado de Santa Catarina.

2-Orientar moradores, produtores e alunos de instituições de ensino, das localidades rurais, sobre legislação e educação ambientais; além de fortalecer a integração das comunidades rurais com a Polícia Militar de Santa Catarina. 

Estrutura:

37 viaturas empregadas;

93 policiais militares mobilizados, nas 09 (nove) unidades que compõe o 2o BPMA, unidade que integra o Comando de Policiamento Militar Ambiental da PMSC.

Resultados:

45 barreiras realizadas;

252 veículos abordados;

399 pessoas abordadas;

01 Boletim de Ocorrência (solicitando limpeza de área de interesse ambiental);

277 alunos receberam palestras sobre educação ambiental, em escolas localizadas no meio rural;

Nos próximos dias os setores de inteligência e planejamento do 2o BPMA irão analisar os dados produzidos nesta primeira edição da operação INSECTA, a fim de traçar novas estratégias para as próximas edições.

Insecta: Fauna (latim).

Informações: Flávia Mota/Fotos:  Polícia Ambiental de SC

Futuras gerações como tema de Seminário Ambiental

Gosto quando acontecem eventos pensando no meio ambiente em detrimento das futuras gerações. Foi com esse objetivo que aconteceu na tarde desta terça-feira (4), na Uniplac, o Seminário de Direito Ambiental, comemorando também os 20 anos da Polícia Militar Ambiental, de Lages.

 Aliás, a PMA é uma das incentivadoras a trazer para discussão questões ligadas ao direito ambiental.

O evento ocorreu em parceria com a Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), e reuniu pensadores, estudantes, professores, policiais militares e ambientais.

Assim, na busca de chamar a atenção para a temática e mostrar a importância dela para a sociedade, os palestrantes trouxeram uma visão geral do direito ambiental no estado de Santa Catarina, especialmente no que trata do processamento e peculiaridades administrativas e penais.

Fotos: Catarinas Comunicação

Polícia Militar Ambiental atenta

A Polícia Militar Ambiental tem percorrido o interior da Serra. Bastante atenta, tem mostrado eficiência no combate aos crimes ambientais. Por exemplo, durante patrulhamento rural no interior do município de Capão Alto realizaram diversas abordagens visando coibir o furto de gado, o abate irregular de javalis e a prática da caça ilegal de animais silvestres.

Como resultado foram localizadas diversas armas de fogo e munições que estavam sendo transportadas de maneira irregular perante a legislação em vigor. Além do transporte irregular de carne de javali e da prática de maus tratos durante o transporte de cães.

Desmatamento de mata nativa

No dia 30 de agosto (quinta-feira), a guarnição da Polícia Militar Ambiental de Lages, realizou uma fiscalização em uma propriedade rural no interior do município de Alfredo Wagner/SC.

Em fiscalização na propriedade situada na estrada geral da localidade de Santa Bárbara, interior daquele município, na oportunidade, constatou a prática de ilícito ambiental, desmatamento na modalidade corte raso.

O proprietário que ainda não foi identificado, danificou três áreas distintas, totalizando uma área de 17,84 (dezessete vírgula oitenta e quatro hectares), o que equivale a 178.400 m² de floresta de vegetação nativa, secundária, em estágio médio de regeneração, do Bioma Mata Atlântica.

Das áreas citadas foram suprimidas diversas espécies, podendo citar-se as seguintes: Canela Sassafrás  (Ocotea pretiosa), Pinheiro Brasileiro (Araucária angustifólia), Bracatinga (Mimosa scabrella), Carne de Vaca (Psychotria carthagenensis), entre outras da flora local.

Algumas das espécies atingidas figuram em lista de espécies ameaçadas de extinção, segundo a Portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) 443/2014.

(Informações e fotos: Polícia Ambiental de Lages)

Polícia localiza corte de araucária e apreende arma de fogo

Ocorrências assim seguem sendo comuns na Serra Catarinense. Mesmo sabendo que estão fora da lei, há quem desafie a lógica e decida pela derrubada de araucárias. O corte ocorreu em Curitibanos.

Depois de denúncia, policiais militares ambientais se deslocaram até a localidade de Marombas/Bossardi, no interior de Curitibanos, onde encontraram um área de vegetação nativa destruída e o corte de cerca de 100 metros cúbicos de araucária.

Uma parte dos pinheiros estava em toras empilhadas e outras árvores espalhadas pela extensão do espaço danificado.

Porte ilegal de arma

Durante abordagens em barreiras policiais na localidade de Pinheiro Marcado, as equipes da Polícia Militar Ambiental e da Patrulha Rural, da Polícia Militar, pararam um veículo, modelo hilux da cor branca com placas de Biguaçu, em atitude suspeita. 

Uma espingarda calibre 12 com 23 munições intactas foram encontradas e o responsável conduzido à delegacia de polícia.

Catarinas Comunicação / Foto: PMA

 

Projeto da PMA ganha Prêmio Boas Práticas em Gestão Pública

A Polícia Militar Ambiental em Lages venceu a 2ª Edição do Prêmio Boas Práticas em Gestão Pública. O projeto Aplicativo Ambiental Santa Catarina foi eleito o melhor na categoria estadual, modalidade qualidade na gestão.

Outro projeto de iniciativa da 1ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, o Geo PMA: Sistema georreferenciado de gestão ambiental, foi considerado uma boa prática de gestão. A premiação ocorreu na quinta-feira (9), em Florianópolis.

O Prêmio Udesc Esag de Boas Práticas em Gestão Pública visa identificar, reconhecer, estimular e premiar práticas inovadoras de gestão, entendidas como um conjunto de ações e procedimentos que consolidam avanços na realização do interesse público, implementado em órgãos públicos e em organizações da sociedade civil no estado de Santa Catarina.

Polícia Militar Ambiental de Lages descobre gado roubado

A Polícia Militar Ambiental de Lages está auxiliando nas investigações de uma grande ocorrência de abigeato, que é a prática de furtar ou receptar (comprar) gado furtado.

Neste fim de semana, os policiais descobriram em uma propriedade rural do município de Petrolândia, no Alto Vale do Itajaí, pelo menos um dos 24 animais furtados no dia 12 de julho em uma fazenda no interior de Painel.

Outros cinco bovinos localizados na mesma propriedade têm origem suspeita e farão parte da investigação instaurada pela Polícia Civil em Ituporanga, para onde foi levado o proprietário da fazenda onde estavam os animais, em Petrolândia.

A investigação será conduzida a partir de informações da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), instituição que possui os registros de todos os bovinos devidamente cadastrados no Estado.

Crime

O crime de abigeato é previsto na lei federal 13.330, de 2 de agosto de 2016, que estabelece pena de dois a cinco anos de reclusão a quem pratica furto ou receptação de gado. A Polícia Militar Ambiental orienta que os casos de furto sejam registrados pelo telefone 190 da Polícia Militar e, na impossibilidade, registrem na Delegacia de Polícia Civil mais próxima.

Informações: Catarinas / Fotos – PMA

Possíveis causas da mortandade de peixes no Caveiras

A Polícia Militar Ambiental, sediada em Lages, apresentou na tarde desta quinta-feira (5) os resultados de análises laboratoriais que atestam as possíveis causas da mortandade de peixes da espécie cará, ocorrida no mês de abril deste ano. O trabalho de análise foi realizado em conjunto com a Semasa e o CAV.

Não há certeza

Em resumo, a conclusão é de que não se pode afirmar a verdadeira causa, ou seja, de que o agente causador das mortes seletivas dos peixes (indivíduos jovens) tenha sido um fato isolado, mas sim a interação de fatores naturais e de origem antrópica (atividades humanas), produzindo um ambiente, mesmo que temporário, favorável à morte seletiva da espécie Geophagus brasiliensis (cará).

De acordo com as explicações, entre os diversos fatores que influenciaram na ocorrência das mortes seletivas destaca-se oxigênio dissolvido, causado pela alta carga orgânica (esgoto não tratado) lançado nos rios que desaguam no rio Caveiras.

Coliformes fecais

Neste caso, uma forte concentração elevada de coliformes termotolerantes, que são indicadores da existência de esgoto não tratado como fator poluente das águas (relação DQO/DBO 24,4), e incremento de elementos químicos, fósforo e nitrogênio, oriundos do esgoto, de efluentes industriais e fertilizantes, os quais ficam represados no alagado, e nestes casos a fotossíntese eleva o PH das águas.

Outro fator que influenciou a morte dos peixes, segundo as análises realizadas, foi a elevação da temperatura, podendo ter ocorrido então um choque térmico, devido à variação de 20,2°C a 24,5°C.

Trabalho conjunto

A partir de agora, a corporação policial e as instituições deverão trabalhar em conjunto na busca das soluções que são necessárias para monitorar os rios e agir de forma precisa e técnica, sempre tendo como objetivo a preservação ambiental.

A análise

Análises foram realizadas por um laboratório especializado, tendo sido coletadas amostras de água em seis pontos do perímetro urbano de Lages e em diversos pontos ao longo do curso do rio Caveiras e da área do Alagado da Usina do Salto.

Fotos: Toninho Vieira