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O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa assumiu na manhã deste sábado (3), durante cerimônia no Teatro Pedro Ivo Campos, no Centro Administrativo, o comando interino do Governo de Santa Catarina.

Num ambiente lotado, a visão do prestígio ao ato político, e o reconhecimento ao histórico de Sopelsa, que já decidiu encerrar as atividades na vida pública. Faz, dessa oportunidade, como Governador, o seu último grande ato no campo da política.
Ao falar, disse que é um momento de alegria, mas, ao mesmo tempo difícil, por carregar nos ombros tamanha responsabilidade. Ressaltou que o cargo que assume, por 30 dias, não representa um compromisso político, e sim, um gesto de amizade, lealdade, e de reconhecimento.
Destacou como prioridade, continuar olhando para as pessoas sem pensar em si próprio, e nem em partidarismo. Falou em dar continuidade aos projetos do agora governador licenciado Carlos Moisés.
Consolidação da aliança
Por mais que Moacir Sopelsa, agora estando governador interino, tenha dito que o ato não tem vínculo político, as coisas não são bem assim. A posse dele representa a consolidação da aliança partidária entre o Republicanos e o MDB. Desde o princípio se ouviu a palavra acordo. E não foge disso.
O caminho das intensões de transferência de cargo, percorrido até este sábado dia 3 de setembro, teve capítulos complexos, e incluíram críticas da vice-governadora Daniela Reinehr (PL). Sem entrar em mais detalhes, lembro apenas para ilustrar, que o ato de posse teve todo um significado, em que as amarras partidárias precisaram ser articuladas, a partir de muita conversa, em meio a tensões.
Sem dúvida, este, o maior acontecimento político da semana no Estado. Enfim, independente de todos os fatos anteriores, hoje, Moacir Sopelsa tem a oportunidade de escrever um novo e importante capítulo, em seu vasto histórico na vida pública.
Fotos: reprodução




