Share this
Acho que sim. O cofre, além de cheio, nem fecha, tamanha a distribuição de recursos nas mais diversas regiões do Estado. Semana passada, novamente no Oeste, em cidades como Quilombo, a contemplação de recursos. No sábado, 4, em Lages, ao participar da inauguração da reforma do Mercado Público. Ocasião em que o governador Carlos Moisés deixou clara a intenção de querer continuar na função, por mais cinco anos, contando obviamente, com 2022, e mais quatro, num segundo mandato.

Segundo ele, há projetos importantes no seu governo e que carecem de mais tempo. Por exemplo, a liberação de mais dinheiro, num plano direcionado aos 50 maiores municípios do Estado. A conta é de R$ um mil por habitante. Citou o exemplo de Lages, com a média de 150 mil moradores, e de Joinville, com cerca de 600 mil. Serão R$ 150 e R$ 600 milhões respectivamente.
Portanto, dinheiro que estes municípios não teriam como aplicar na totalidade somente em um ano, e ainda mais num período pré-eleitoral.
Além disso
Pelo que entendi, tais recursos não virão assim, na totalidade em 2022. O plano é pactuar conforme forem sendo apresentados os projetos dentro do prazo eleitoral. Por se tratar de uma proposta nova, vai depender muito dos gestores o aproveitamento.
Conforme o governador, não é dinheiro para ser aplicado em pavimentação ou reformas de calçadas, mas em alternativas que promovam o desenvolvimento do município e a conexão entre as demais cidades. Ao todo, o investimento será em torno de R$ 8 bilhões.
O recado está dado. Deixou evidente de que seu governo é municipalista, que tem honrado com os recursos contingenciados pelo governo passado, e repassando outro enorme montante de forma voluntária.
Foto: Julio Cavalheiro



