
Criado em 2023 para incentivar práticas de responsabilidade ambiental, sociocultural e econômica no turismo, o Selo Serra Catarinense Sustentável certificará, nesta quarta-feira (8), 66 empresas com a Categoria Prata. A solenidade acontece às 19h, no Mercado Público de Lages.
Nesta etapa, recebem a certificação apenas empreendimentos que já conquistaram os selos Verde e Bronze e passaram por consultoria técnica do Sebrae, com diagnóstico, plano individual de sustentabilidade e acompanhamento das ações implantadas.
Segundo a Amures, o programa fortalece um modelo de desenvolvimento turístico baseado nos eixos econômico, social, cultural e ambiental, consolidando a Serra Catarinense como destino sustentável.
Programa é referência em Santa Catarina
Desenvolvido pela Amures em parceria com o Sebrae, o programa tornou-se referência estadual em certificação para o turismo sustentável. Desde sua criação, 189 empresas já receberam os selos Verde e Bronze, sendo 80 com o Selo Verde e 109 com o Selo Bronze.
Com a entrega desta quarta-feira, 66 empreendimentos avançam para a Categoria Prata. Outras 43 empresas ainda devem receber a certificação ao longo de 2026. Até o momento, nenhuma empresa conquistou o Selo Ouro.
A cerimônia reunirá representantes dos 18 municípios da Amures, contemplando meios de hospedagem, vinícolas, restaurantes, agroindústrias e outros empreendimentos turísticos.
Como funciona a certificação
O Programa Selo Serra Catarinense Sustentável possui quatro etapas de evolução:
- Etapa 1: Desenvolvimento da metodologia, capacitação técnica e apresentação do programa.
- Etapa 2: Adesão, visitas técnicas e diagnóstico individual das empresas.
- Etapa 3: Elaboração do Plano Individual de Sustentabilidade com recomendações de melhorias.
- Etapa 4: Acompanhamento da execução do plano, avaliação das ações e concessão da certificação.
A certificação é renovada anualmente, permitindo que os empreendimentos evoluam gradualmente por meio das categorias:
- Selo Verde
- Selo Bronze
- Selo Prata
- Selo Ouro













Mais do que um alimento típico, o pinhão representa sustento e desenvolvimento econômico para milhares de famílias da região Sul do Brasil. Na Serra Catarinense, cerca de 30% das famílias rurais têm na semente uma importante fonte de renda, movimentando milhões todos os anos e fortalecendo a economia local.