Sobre o projeto prisão em segunda instância no Senado

A proposta que voltou a ser assunto no Senado. Através de requerimento apresentado pelo senador Sérgio Moro contendo as 27 assinaturas mínimas exigidas pelo Regimento Interno do Senado formalizam o desarquivamento de projeto.

Senador Sérgio Moro / Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Diante da proposição, o tema poderá voltar a ser discutido pelo Senado. Vale lembrar que o projeto permite a prisão de condenados após decisão em segunda instância, mesmo que ainda haja possibilidade de recursos em instâncias superiores.

O Projeto de Lei do Senado 166/2018, do ex-senador Lasier Martins, havia sido arquivado no final da última legislatura, encerrada em 2022. As 27 assinaturas são o primeiro passo para desarquivar o processo. Agora, é esperar para ver se avança ou não.

O desafio maior, será levar o projeto de lei ao Plenário e ter aprovação. Para Moro, a mudança nessa regra é uma demanda da sociedade. (Fonte: Agência Senado)

Governador Carlos Moisés próximo do Podemos?

Três dos quatro prefeitos, além do presidente estadual do Podemos, estiveram na Casa D’Agronômica em conversa com o governador Carlos Moisés, na noite desta terça-feira (16).

A sigla que vem se estruturando em Santa Catarina pode ser o paradeiro político do governador. O encontro foi construído pelo presidente do partido em Santa Catarina, o ex-prefeito de Palhoça, Camilo Martins, junto do deputado federal Rodrigo Coelho e do deputado estadual Nazareno Martins.

Por mais que o encontro tenha tratado a respeito de auxílio do governo do Estado para os municípios administrados pelo Podemos, nos bastidores teve cunho político.

Obviamente, a conversa pode mesmo ter ficado somente no campo administrativo. Porém, envolve sempre as questões políticas.

O Podemos pode lançar candidatura ao governo catarinense, neste caso, para dar palanque à eventual candidatura do ex-juiz Sergio Moro, filiado ao partido no dia 10.

Créditos: Arquivo Pessoal/ Ronda Política/DI Regional

Paraná pesquisas avalia ministro da Justiça, Sérgio Moro

A Paraná Pesquisas foi às ruas para avaliar o ministro da Justiça Sérgio Moro. Os índices impressionam, e considerados bastantes positivos.

(Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo)

Numa primeira pergunta, sobre o trabalho do Ministro Sergio Moro no Ministério da Justiça, se está sendo ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo ficou assim:

Entre o ótimo e bom, a avaliação foi de 54,5%, e entre o ruim e o péssimo, 18,2%. Já 21,7% acham o trabalho do Ministro regular. 5,7% não sabem.

Numa segunda questão, “o que seria melhor para Sergio Moro: ser candidato a Presidente, ser candidato a Vice-Presidente na chapa de Jair Bolsonaro ou ser indicado para Ministro do STF”?

Nesta pergunta, “ser indicado para Ministro do STF” somou 57,9% dos entrevistados. 15,9%, acham que ele dever ser candidato a Presidente, e 14,4% ser candidato a Vice-Presidente na chapa de Jair Bolsonaro. Não sabe/não opinou, 11,9%.

E na terceira e última questão sobre caso Sergio Moro deixe o Governo, o Presidente Jair Bolsonaro perde ou ganha com isso, 69,2% dos entrevistados disseram que perde. Apenas 17,7% disseram que o Governo ganha, e os que nada sabem, 13,1%.

Para a realização da pesquisa foi utilizada uma amostra de 2.117 habitantes. Pesquisas encontra-se registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/19.

Luciano Hang: há quem não o leva a sério

O dono da Havan tem sido um personagem em tanto na defesa dos interesses do Brasil. Se veste de verde, pinta seus caminhões com as cores do Brasil, grava vídeos, enfim, está em todos os lugares falando bem do País e na defesa das ações do atual governo.

Há quem o julga um maluco. Não. Lucidez é o que não falta a Luciano Hang. Tem coragem de enfrentar um sistema que quase faliu o Brasil e contaminou todas as áreas com a corrupção.

Pois, agora, anuncia que, para defender a Lava Jato e o ministro Sergio Moro, o dono da Havan muda a categoria da carteira de motorista. E, caso seja necessário, ele irá de Brusque a Brasília dirigindo a carreta. Uma viagem de 1600 quilômetros.

A alteração da modalidade da carteira tem por objetivo apoiar e defender o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e a Operação Lava Jato. Ele luta pelo Brasil que queremos.

Segundo Hang, não é possível que nós, brasileiros, aceitemos que destruam a Lava Jato, a maior operação contra a corrupção do mundo, e criminalizem o ministro Sergio Moro. Por acaso, alguém acredita que o Lula é inocente?

Assista aqui o que ele diz sobre a nova carteira

Foto: divulgação

Sérgio Moro em Chapecó

A população do município de Chapecó deve se sentir orgulhosa, por ser referência nacional, pela prática do seu serviço prisional. E, foi em razão dessa referência que o agora ministro da Justiça, Sérgio Moro esteve na cidade nesta sexta-feira (7). Pelas declarações, ficou maravilhado com o que viu.

Ministro da Justiça Sérgio Moro é presenteado com uma camisa da Chape

Ao se pronunciar, pediu uma saudação especial aos empresários, pelo modelo que é utilizado no Complexo Penitenciário, propiciando assim a ressocialização dos detentos. Mostrou-se também preocupado com o bem-estar dos presidiários, e pela oportunidade dada a eles para quando saírem não voltem ao mundo do crime. Além da parte social, citou o fator lucrativo e que se torna bom para a economia.

Por fim, a partir do que constatou, quer disseminar o exemplo praticado no sistema carcerário de Chapecó, com a reprodução do modelo em outros locais do País. Aliás, Santa Catarina tem ainda outros presídios como referenciais, caso do de São Cristóvão do Sul. Tomara que a ideia se amplie, e as tristes realidades da maioria dos sistemas carcerários do Brasil, possam ser modificados, para melhor.

Foto: Henrique Pesavento

Rejeição cada vez maior

Nem precisa de pesquisa para demonstrar a rejeição do povo em relação às principais lideranças do Brasil. Citar Aécio Neves, Luiz Inácio Lula da Silva, e até mesmo o prefeito de São Paulo, João Dória, apenas ratifica o que se sente hoje.

Mesmo assim, a pesquisa Ipsos apontou a percepção dos brasileiros. Os tucanos, ao lado do PT, são os mais rejeitados.

O curioso nesta onde de rejeição é de que, desta vez, não se limitou ao Governo e ao Congresso. Estendeu-se para o Judiciário. Aumentou a desaprovação aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Até Sérgio Moro teve desgaste.

A pesquisa ouviu 1,2 mil pessoas em 72 municípios das cinco regiões do Brasil, entre os dias 1º e 14 deste mês de agosto.

Lista de doações agita bastidores da política

A quarta-feira (23) criou uma nova onda de especulações e suspeições sobre a participação ou não de políticos de vários estados, incluindo o catarinense nas supostas doações de campanha de parte de doações da empreiteira Odebrecht.

Neste dia, a Polícia Federal encontrou planilhas que mostram doações feitas pela construtora a mais de 200 políticos de 24 partidos.

Entre esses políticos, estão catarinenses, e também lageanos como Antonio Ceron e o próprio governador Raimundo Colombo.

Os documentos foram apreendidos na residência do presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Junior, que foi preso temporariamente na 23ª fase da Operação Lava Jato e liberado posteriormente pela Justiça, e os repasses se referem às campanhas municipais de 2012 e para as eleições de 2010 e de 2014.

No entanto, a partir da lista, o entendimento é de que não é possível afirmar que se tratam de doações legais de campanha ou feitas por meio de caixa 2, já que os documentos não detalham se os valores, de fato, foram repassados ou se foram pagos em forma de doação oficial.

Conforme o  juiz Sérgio Moro, as tabelas apreendidas pela PF que citam políticos não têm, em princípio, relação com o que a força-tarefa da Lava Jato, e retomou o sigilo sobre os documentos.

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Segundo Ceron

ceronO colega de Blog Milton Barão conversou com Antonio Ceron, que respondeu a ele: “Seria absolutamente legal pedir contribuição das empresas para campanha eleitoral, pois, a legislação facultava esse direito, porém não recebi nenhum centavo da Construtora Odebrecht, afirmou”.

Ceron ainda disse ao Milton que a prestação de contas da campanha de 2012, contendo todas as contribuições recebidas, foi aprovada e está arquivada no TRE-SC, sem nenhuma ressalva, e que ficou espantado com a citação do nome nesta lista.

De parte do Governo do Estado, uma nota já foi expedida, e consta nas postagens anteriores aqui no Blog.

Lista de políticos na planilha da Odebrecht

Moro declarou o retorno do sigilo porque entende ser precipitada qualquer conclusão Foto: DIDA SAMPAIO / ESTADÃO CONTEÚDO
Moro declarou o retorno do sigilo porque entende ser precipitada qualquer conclusão Foto: DIDA SAMPAIO / ESTADÃO CONTEUDO

Embora com vazamentos e aparecendo nas mídias sociais, o juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara de Curitiba, determinou, em despacho publicado no início da tarde desta quarta-feira, 23, o restabelecimento de sigilo sobre as planilhas apreendidas pela operação Lava-Jato com o investigado Benedicto Barbosa da Silva Júnior, executivo da Odebrecht.

Nas listas de Benedicto recolhidas, constam os nomes de mais de 200 políticos, de 18 diferentes partidos, que teriam recebido repasses da Odebrecht nos últimos anos. Há dezenas de gaúchos e catarinenses citados.

Moro declarou o retorno do sigilo porque entende ser precipitada qualquer conclusão.

A determinação de sigilo é porque não há clareza sobre a origem dos pagamentos: ainda resta dúvida se tratam-se de doações legais ou caixa 2.

Ele ainda disse que a planilha não foi apreendida no setor criado pela Odebrecht para cuidar da distribuição de propinas, que foi alvo da 26ª fase da Lava-Jato. Também destaca que a empresa fez diversas doações registradas em campanhas. (Fonte: ClicRBS RS)