O Extremo-Oeste comemora a conquista da instalação de um Porto Seco. É o fim de uma longa espera. A assinatura do contrato com a empresa vencedora da licitação na última quinta-feira (11), com a presença do governador interino, Mauro De Nadal, sacramentou uma das maiores conquistas para a Região. Isso significa que haverá crescimento, oportunidades para a consolidação do comércio de produtos importados a custos reduzidos.

Dá para imaginar como ficará Dionísio Cerqueira depois que tudo estiver funcionando. Contará ainda com uma clientela oriunda da Argentina, e também do Paraguai, pela proximidade. Será um grande impulso para a economia. Reitero: uma atratividade ao consumo para visitantes de todo o Estado, e de fora dele.
Em paralelo, não menos importante, a preocupação com a logística. Serão necessários investimentos em infraestrutura rodoviária. Para tanto, já estão confirmados cerca de R$ 100 milhões em recursos próprios estaduais para apoiar o Governo Federal na restauração da BR-163, entre outros recursos para a infraestrutura de Dionísio Cerqueira e região.
Demanda
O Porto Seco carece de uma enorme estrutura. Como se vê, surgem oportunidades em todos os setores. Um grande desafio, o de fazer do local algo já implementado no Rio Grande do Sul, em Uruguaiana, e no Paraná, em Foz do Iguaçu. O que se pretende, no caso dos empreendedores, é igualar na qualidade dos serviços. Experiência no ramo, a empresa tem.

A comunidade de Dionísio Cerqueira talvez ainda não tenha dimensionado o tamanho da “encrenca boa” que virá no breve futuro. Por outro lado, os gestores devem saber que precisarão começar a planejar também as estruturas dentro do município.
A demanda dos serviços em saúde ou educação, por exemplo, vão aumentar substancialmente. A cidade deve começar a se preparar em todos os aspectos, inclusive, na segurança. Enfim, melhor notícia que essa em tempos difíceis na economia, não há, para a Região.







A ideia não é nova, mas não teve prosseguimento. Agora, o deputado Marcius Machado retomou o assunto e acha que pode ser sim viabilizada a instalação do porto seco na Serra Catarinense.

