Uma nova reunião técnica promovida pelo Ministério Público Federal, realizada nesta segunda-feira (1º), na Associação Empresarial de Lages, avançou nas discussões sobre os projetos básicos de engenharia para melhorar pontos críticos da BR-282. O encontro reuniu representantes federais, municipais e lideranças locais, reforçando a necessidade de soluções estruturantes para a mobilidade e a segurança na Serra Catarinense.

Conduzido pelo Procurador da República Nazareno Jorgealém Wolff, o debate partiu de um diagnóstico preliminar apresentado pelo DNIT e pela empresa Engeplus. Entre as propostas em estudo, destaca-se a construção de um trevo completo no entroncamento entre a BR-282 e a BR-116, considerado o ponto mais crítico da rodovia.
A alternativa, porém, exige ampliação da faixa de domínio e novas desapropriações. Também entrou em pauta a possibilidade de uma rotatória alongada em frente à Cervejaria Eiswasser, visando melhorar o acesso a empresas e bairros próximos.
A prefeita Carmen Zanotto reforçou a urgência das intervenções, especialmente diante do crescimento urbano do bairro Santa Mônica e do impacto das vias marginais no fluxo de veículos. Já o presidente da ACIL, Antonio Wiggers, defendeu que as soluções considerem o desenvolvimento futuro da região, incluindo a duplicação da BR-282 até o acesso ao Salto Caveiras. Esse trecho também foi discutido, com alternativas como um trevo alemão canalizado.

Representantes do DNIT destacaram que os estudos serão concluídos levando em conta o alinhamento com a ANTT e a concessionária Arteris, para evitar sobreposição de projetos. Em março de 2026, a Engeplus deve apresentar esboços consolidados das propostas para os três trechos analisados.
Além das autoridades federais e municipais, participaram da reunião representantes da PRF, da CDL, da Engeplus e da comunidade do Salto Caveiras, reforçando a construção coletiva das soluções para uma rodovia mais segura e eficiente.




A situação do senador Jorge Seif (PL/SC) está perto de um desfecho, e reforçada pelo pedido da Procuradoria-geral eleitoral pela cassação e a inelegibilidade do senador, através de recurso especial de Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), por abuso de poder político, junto ao Supremo Tribunal Eleitoral (STE). Segundo a Procuradoria, há documentação suficiente e que fortalecem os indícios e presunções, que apontam a gravidade da conduta.


O subprocurador-Geral da República, Mário Ferreira Leite, ao analisar mais um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de João Rodrigues (PSD), declarou que reconhece a prescrição da pena no caso da retroescavadeira de Pinhalzinho.
