Aos 10 anos, Luísa Ariela de Oliveira lança seu primeiro livro

Inspirada pelo amor aos cavalos, a jovem escritora Luísa Ariela de Oliveira, de Campo Belo do Sul, na Serra Catarinense, aos 10 anos, lançou oficialmente seu primeiro livro: “Um Cavalo me Guia – Uma Paixão de Berço”. A obra mistura realidade e ficção, narrando a relação de afeto e encantamento da autora com os cavalos, tema que sempre fez parte de sua vida.

Registro do momento em que Luísa autografa um exemplar adquirido pelo prefeito Célio Pereira / Foto: Paulo Chagas

O lançamento aconteceu nesta quarta-feira (5), em um evento especial na Escola de Educação Básica Major Otacílio Couto, onde Luísa cursa o 5º ano. O momento foi marcado por emoção e orgulho, reunindo colegas, professores e autoridades municipais.

O prefeito Célio Pereira, a primeira-dama, e o vice-prefeito Ademir da Guia prestigiaram a cerimônia, além dos pais da autora, Valter Xavier e Adriana Oliveira, e demais incentivadores da pequena escritora. Em um dos momentos simbólicos, Luísa autografou um exemplar adquirido pelo prefeito.

Segundo a mãe, Adriana, este não é o primeiro contato da filha com a escrita. Antes do livro, Luísa já havia criado, por meio do aplicativo Canva, a história “Cidade Misteriosa”, ainda inédita. “O lançamento foi um dia de muita emoção. Ver o sonho dela se tornando realidade é algo que nos enche de orgulho”, contou Adriana.

Com criatividade e sensibilidade, Luísa mostra que o talento literário pode florescer cedo, e que sonhos, quando incentivados, se transformam em belas histórias.

História do Jornal Correio Lageano contada em um livro

O livro consolida a perpetuação histórica do Jornal Correio Lageano. Assim, na noite de quinta-feira, 28 de julho, o Instituto José Paschoal Baggio lançou o livro “80 anos de história: Correio Lageano”, que conta a história da Serra Catarinense através de matérias e fotos documentadas pelo jornal.

Isabel Baggio relembrou os tempos em que dirigia o jornal ao lado do pai, José Paschoal Baggio, e do irmão, Paulo Baggio, além de mencionar a difícil decisão de fechar o jornal no ano de 2020.

O evento que aconteceu no auditório da ACIL contou com a presença de diversas autoridades, empresários, ex-funcionários do Correio Lageano e imprensa.

(Informações e foto: Sheila Rosa)

Experiência na criação de três filhos sozinho contada em livro

O colega jornalista catarinense Paulo Scarduelli irá lançar no dia 30 de setembro o livro “Mais Aprendi que Ensinei” em São Joaquim, na Villa Francioni. Segundo ele, é uma comovente história de amor de um pai que conta em livro como é cuidar sozinho de três filhos.

Importante dizer que o Livro de Scarduelli foi lançado internacionalmente em quatro países de língua portuguesa (Brasil, Portugal, Angola e Cabo Verde) e está disponível para venda também em plataformas virtuais, como a Amazon e Google Books.

 “Mais aprendi” lançado pela portuguesa Chiado, narra as aventuras, as descobertas e os desafios do autor para cuidar sozinho de três filhos pequenos. O livro lançado em novembro de 2020 chegou a sua terceira tiragem e já vendeu cerca de 2 mil exemplares diretamente pelo autor

Segundo informações enviadas ao Blog, duas datas são fundamentais nesta história: setembro de 2001, quando nasce a primeira filha, e outubro de 2012, quando ele publica o primeiro texto sobre a paternidade nas redes sociais. O post teve tanta repercussão, gerou tanto engajamento e compartilhamentos, que o estimulou a seguir contando aos leitores os fragmentos de sua vida privada.

“As pessoas se identificaram, elas conseguiram enxergar que os meus desafios eram enfrentados também por elas, independentemente de como a família de cada um é composta”, diz Paulo. 

Outra qualidade do livro é que as histórias são escritas de forma simples, de um jeito despretensioso e ao mesmo tempo refinado. Como escreve o jornalista Moacir Pereira na orelha, o livro traz “histórias reais e relatos emocionantes que educam pais e revelam as belezas da criação”. E sugere: “Leitura obrigatória para pais e avós.”

Sobre o autor

Natural de Criciúma, Paulo Scarduelli é da geração de 1964. Saiu de casa bem cedo, aos 12 anos, porque queria ser padre. Desistiu três anos depois e voltou pra casa dos pais. Não por muito tempo. Aos 17, trocou Criciúma por Florianópolis, onde foi cursar Jornalismo na Ufsc. Formou-se, foi repórter por sete anos e decidiu estudar um pouco mais. Foi pra São Paulo e fez mestrado na USP. Experimentou a vida acadêmica e tornou-se mestre em Comunicação. Escreveu livros – entre eles “Ayrton Senna, herói da mídia”, pela extinta Brasiliense. Antes de começar uma nova carreira – a de professor universitário – e formar novos jornalistas em Santa Catarina, viveu cinco meses em Nova Iorque. Casou-se no final de 1999 e tornou-se pai de três filhos: Sara (2001), Davi (2003) e Catarina (2005). O casamento se desfez dez anos depois. E a partir de 2010, os três filhos passaram a morar com ele, com quem vivem até hoje.

Como adquirir o livro

links de vendas, tanto para a versão e-book quanto para o livro impresso.

– Livraria da Travessa (impresso) – https://cutt.ly/kgEj4XE

– Amazon (e-book) – https://cutt.ly/kgEj8gK

– Google Books (e-book) – https://cutt.ly/CgEj2Vr

– Kobo: https://bit.ly/2JbkiqN

https://www.facebook.com/maisaprendi

Deputado Mário Motta conta em livro a jornada de vida

Do picadeiro do Circo ao Jornal Nacional, Um legado de vida e carreira, editado pela Insular, é um passeio em fatos e fotos, com prefácio de Augusto Cury, escrito pelo comunicador e agora deputado Mário Motta.

O livro foi lançado nesta terça-feira, dia 16 de maio, às 19 horas, no hall da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Em suas quase 300 páginas o autor desfila sua história de vida recheada de momentos mágicos, especiais, emocionantes e deslumbrantes, marcados por participações ao lado de figuras ilustres e icônicas do mundo artístico, literário e esportivo.

Fotos: Rodolfo Espínola / Agência AL

Livro é lançado e música de Daniel Lucena vira patrimônio

Neste sábado (20), o Casarão Juca Antunes foi palco do lançamento do livro “Daniel Lucena – Algum caminho que me leve ao sul” do escritor Felipe Rigon Borba.

Um momento célebre. O prefeito, Antonio Ceron, na ocasião, assinou a Lei Nº 4535 (proposta pelo vereador Heron Souza) que torna a música “Princesa da Serra” de Volnei Varaschin e Daniel Lucena como símbolo de Lages e como Patrimônio Imaterial Cultural.

O superintendente da Fundação Cultural, Giba Ronconi e o Prefeito Ceron fizeram a entrega de uma placa para a família de Daniel e rosas para matriarca da família, dona Magaly Lucena.

Uma bela homenagem póstuma. Daniel Lucena foi e segue sendo um dos lageanos mais exaltados em termos de música autoral em Santa Catarina. Membro fundador da icônica banda Expresso Rural.

(Informações e fotos: Fabrício Furtado)

Livro sobre Daniel Lucena

Todos sabem que Daniel Lucena segue sendo um dos lageanos mais exaltados em termos de música autoral em Santa Catarina.

Membro fundador da icônica banda Expresso Rural, Daniel, através das suas letras sobre um cotidiano compartilhado entre todas as pessoas, faz milhares entoarem refrãos únicos.

Daniel faleceu em 16 de dezembro de 2020 em Florianópolis aos 60 anos de idade.

Agora, terá mais uma ferramenta para dar prosseguimento ao legado deixado, um livro: “Daniel Lucena – Algum caminho que me leve ao sul”, e vai contar com três lançamentos. O autor, Felipe Rigon Borba.

Dia 16/11 em Florianópolis no Palácio Cruz e Sousa, às 19 horas, no dia 30/11 em Itajaí na Casa da Cultura Dide Brandão, e em Lages no dia 20/11, também às 19 horas no Casarão Juca Antunes, com apoio da Prefeitura de Lages, por meio da Fundação Cultural (FCL).

O que disse o autor

A ideia de escrever um livro sobre Daniel Lucena começou em 2015 após assistir a um show da Expresso Rural ao lado da banda Dazaranha em Florianópolis. “A conversa com o Daniel começou ao fim do show onde eu apresentei minha ideia a ele que topou prontamente. Algum tempo depois entrei também em contato com a família que colaborou muito na produção desta obra”, conta Felipe.

O livro pode ser adquirido no perfil oficial do instagram de Daniel Lucena no endereço @daniellucena.oficial, no perfil do autor em @feliperigonborba, nos dias de lançamentos, e futuramente através de plataformas de vendas on-line.

Importante

Para, acesso ao Casarão Juca Antunes, vale lembrar de que a quantidade será limitada e será obrigatório o uso de máscara.

Foto: arquivo Felipe Rigon Borba

Escritor lageano Guille Thomazi no Tema Livre desta sexta

Uma ótima conversa com o escritor lageano Guille Tomazzi em meu programa Tema Livre, inédito, gravado na manhã desta sexta-feira (25), na Nova Era TV. Você vai poder conferir a partir das 21h30.

Guille é autor de duas obras. A primeira, Gado Novo, escrita há sete anos. Agora, está propagando o mais recente trabalho, o livro Segure Minha mão. Ele conta em detalhes a proposta dele como escritor, pois, tem uma vida de empresário que lhe tira muito tempo. Formado em Cinema e Vídeo, mas, descobriu também o talento para a escrita.

No registro após a gravação Guille entre eu e Alair Sell (E), da Nova Era TV

Em nossa entrevista, é possível entender como ele se baseou para criar a nova obra, vivida no primeiro quarto do século XX, na Europa Ocidental, e num lugar longe daqui, as pradarias de Kiev, capital da Ucrânia. O mais curioso, é que ele nunca esteve lá. Vale a pena conferir a entrevista, e claro, ler o romance.

Demais horários do programa

Segundas (00:30h, 08:30h, 17:30h); Terças (04h, 15h, 19:30h); Quartas (10h, 20:30h); Quintas (07:30h,

15h); Sextas (10h, 21:30h); Sábados (02:30h, 14:30h), e nos Domingos (01:30h, 11h).

Na internet acesse: www.novaeratv.net.

Fotos: Débora Pereira

Livro Chapecó e Medellín – um presente enviado pelo autor

Nesta quarta-feira (20) recebi o livro Chapecó e Medellín – Unidos para Sempre. Um presente do autor e amigo Paulo Hoeller. Ansioso por ler, mas ao mesmo tempo com um aperto no peito. Vivi como poucos boa parte da história da Chapecoense, como repórter esportivo. Minha identidade tem registro nela. Portanto, ainda não sei o que me espera ao abrir as páginas dessa história que não devia ter acontecido.

Por certo, não será uma leitura das mais agradáveis. No entanto, me oportuniza a relembrar não só a tragédia, mas do último capítulo de um time que hoje tem espaço no coração da torcida de todo o mundo. Lembrar, que a Chapecoense ainda vive. Voltarei a comentar a respeito da obra aqui, após a leitura.

O livro, de autoria do colega jornalista Paulo Hoeller, pessoa que convivi longos anos no jornalismo da RBS TV Chapecó. Autor também, o prefeito de Chapecó, o igualmente amigo, Luciano Buligon. Obrigado pelo presente.

(Foto: divulgação)