A enorme destruição em Rio Bonito do Iguaçu (PR) depois da passagem de um tornado que deixou pelo menos sete mortos no Paraná e um no Rio Grande do Sul, na sexta-feira, 7, tem mexido com a solidariedade em todo o país. Em Rio Bonito do Iguaçu, município mais atingido, os ventos chegaram a 330 km/h.
O cenário é descrito como de destruição quase completa: o município estima que 90% da área urbana foi afetada e que cerca de 700 casas foram danificadas.
De Lages, o vereador Jonata Mendes, anunciou esta semana que revogou a decisão de não querer o pagamento do valor do vale alimentação, neste mês de novembro, para enviar aos atingidos de Rio Bonito.
Além disso, ele e um grupo de amigos, foram até a cidade do Paraná, onde ficarão até domingo,16, como voluntários ajudando na reconstrução da cidade, inclusive, levaram doações recebidas.
O tema do vale-alimentação tem gerado discussões na Câmara de Vereadores de Lages. Recentemente, houve debates sobre a aprovação de um benefício de R$1.574 para os vereadores, que foi sancionado em dezembro de 2024 e entrou em vigor em janeiro de 2025.
Essa medida ampliou o benefício, que antes era de R$957 para os funcionários da Câmara. O tema tem levantado questões éticas e pode ser revisitado no futuro, conforme mencionado pelo atual presidente da Câmara, Maurício Batalha.
Além disso, há flexibilidade para que vereadores que não concordem com o benefício possam devolver o valor parcial ou integralmente. É que fez o vereador Jonata Mendes (PRD).
Aliás, na noite desta segunda-feira, (17), os vereadores rechaçaram a proposta do vereador Jonata Mendes (foto), de realizar uma audiência pública, para debater junto à população sonbre a questão do vale-alimentação.
Na votação sobre a ideia, apenas a vereadora Bruna Uncini (Cidadania), foi favorável. Os demais foram contra, inclusive, sobre o projeto de lei que pode pôr fim ao benefício.
A discussão acabou sendo acalorada entre os vereadores. Alguns alegaram que primeiro deveria ser proposta a audiência, e, depois, protocolar o projeto.
Seja como for, o assunto está longe do esquecimento, e só aumenta a indignação em meio à sociedade lageana.
Em Nota Oficial divulgada na noite desta quarta-feira (22), a Casa do Conservador de SC reafirma seu compromisso com os princípios conservadores e anuncia seu posicionamento para as eleições municipais de 2024. Confira abaixo:
Dia desses, entre um cafezinho e outro, o advogado Jonata Mendes revelou-me a possibilidade de se tornar também um dos pré-candidatos à Prefeitura de Lages. No final se semana passado, esteve no encontro dos conservadores, em Balneário Camboriú. Talvez, tenha servido de estopim motivador para tomar a decisão.
Jonata ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira / Foto: Facebook
Seja como for, ele anuncia que a direita terá candidato à Prefeitura de Lages. Para Tanto, coloca o próprio nome na rua. Em 2022, ele ficou conhecido pela campanha e com placas de papelão e por não usar o FUNDÃO. Aliás, já reitera que poderá ser uma a novidade numa futura campanha à Prefeitura.
Na identificação, Jonata Mendes se coloca como o cara dos conservadores. Jovem, casado, pai, advogado e um dos fundadores da Casa Do Conservador De SC em Lages.
Sendo assim, para ele, a direita deve ocupar espaço! “Lages é governada há mais de 20 anos pelos mesmos grupos políticos, que fizeram a cidade parar no tempo e que infelizmente tiveram seus últimos dois prefeitos presos”, disse.
A candidatura, caso se concretize, será pelo PRD, presidido pelo empresário Marcio Almeida, que em Lages tem mais de 500 filiados e terá nominata a vereador.
Lages foi palco da audiência pública para discutir o combate populacional e o manejo sustentável do javali, na noite desta quinta-feira (26), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
A dimensão do problema foi mais do explicitado durante a audiência pública realizada em Lages. Uma legislação própria entra com alternativa / Foto: Alisson Francisco
Além do deputado Lucas Neves (Podemos), como proponente, a discussão contou com outras autoridades, caso do secretário de Estado da Agricultura, Valdir Colatto, e representantes de classes ligadas ao agronegócio, como o da Faesc e presidente do Sindicato e Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona, e do presidente da Associação Empresarial, Carlos Eduardo de Liz.
Ainda pela Alesc, estiveram presentes os Massocco e Marcius Machado, ambos do PL. No auditório, estavam produtores, caçadores e demais pessoas interessadas em que se encontrem alternativas para o melhor controle do animal. Câmaras de 20 municípios encaminharam moções de apoio ao projeto de Lucas Neves.
O Estado deverá criar uma legislação própria
A possibilidade de se ter uma legislação própria em Santa Catarina, passa a ser a única esperança daqueles que hoje estão assolados pela espécie invasora.
O deputado Lucas Neves é autor do Projeto de Lei (PL) 393/2023, em tramitação na Alesc, que autoriza o controle populacional e manejo sustentável do javali. Ele acredita que essa é a melhor alternativa para enfrentar o problema.
Ele percebe que a situação está trazendo temor para o campo, e por isso há necessidade de conscientizar a população dessa ameaça e, ao mesmo tempo, garantir que os caçadores tenham a autorização necessária para fazer o controle dessa espécie.
Manifestos demonstram apreensão
O público que se manifestou durante a audiência demonstrou apreensão com a ausência do controle populacional desses animais. A preocupação aumentou ainda mais com a decisão do Ibama, em agosto passado, de suspender a concessão de novas autorizações para a caça do bicho.
Entre tantas falas, a do advogado Jonata Mendes. Ele lembrou que em tratando da questão dos caçadores, hoje a burocracia já é tão grande, que a legislação que será criada não deve onerar ainda mais. Além de destacar que os controladores (caçadores) prestam um serviço público evitando a proliferação demasiada da espécie que é invasora, poluindo água, provocando doenças em pessoas e principalmente animais.
Disse que o agro é o mais penalizado, e deve ser ouvido, visto que é a engrenagem da nossa economia, representando mais de 30% do PIB de SC e 24,8% do PIB nacional. E acaba sofrendo com a praga, que destrói lavouras, mata animais e desnivela a fauna nativa. Por fim, se colocou ao lado dos caçadores e dos demais grupos e clubes de tiro de Santa Catarina.
Situação é mais do que preocupante
O médico veterinário José Cristani, professor da Udesc/Lages, afirmou que os javalis ameaçam a sanidade animal dos rebanhos produtivos do estado, o que pode causar prejuízos incalculáveis para a pecuária. Já o produtor de vinhos Geraldo Possamai disse que no ano passado teve destruídas videiras de sua propriedade. Além disso, bezerros foram atacados e mortos pelos javalis.
Caçador, produtor rural e vereador em Bom Jardim da Serra, Gilmar Nunes Oliveira disse que os animais estão se multiplicando de forma absurda e assustando os proprietários rurais. “Em lugar onde antes a gente encontrava alguns animais, agora há mais de 100. Só na sexta-feira, matamos 30”, contou. “Recebo todos os dias ligações de produtores pedindo o controle desses animais.” Henrique Menegazzo, representante da Prefeitura de Anita Garibaldi.
Apoio à iniciativa do deputado Lucas Neves
Entidades manifestaram apoio à iniciativa do parlamentar, como a Associação Empresarial de Lages (Acil) e a Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), representada pelo presidente do Sindicato Rural de Lages, Márcio Pamplona.
O secretário de Estado da Agricultura, Valdir Colatto, afirmou que o projeto de lei apresentado pelo deputado Lucas Neves é um caminho para a solução de um problema antigo. “Se a União não toma uma providência, o Estado, com base na Constituição Federal, pode criar uma lei para resolver um problema dentro do estado”, comentou.
Já o presidente da Associação Brasileira de Caçadores “Aqui tem Javali”, Rafael Augusto Salerno, defendeu os caça do animal. Para ele, essa é uma maneira de controlar uma praga, nos mesmos moldes que é feito com outras pragas, como lagartas, carrapatos, ratos, entre outras. “Não podemos ser acusados de forma leviana, enquanto fazemos atividades de forma legalizada e voluntária.”
Minha conclusão
Ao utilizar do espaço da coluna sobre o tema, por dois dias seguidos, foi por entender que a causa merece amplo destaque. É um assunto que precisa ser entendido por toda a sociedade, e, acima de tudo, ganhar respaldo da classe política, em especial.
Não se trata apenas de combater uma espécie invasora, e sim controla-la, para que não amplie os prejuízos nas pequenas e grandes propriedades. Sem o manejo, em breve o bicho estará também entrará nas zonas urbanas, como já tem tido exemplos. É também um animal perigoso e muito agressivo.
O Estado está, através de seus representantes, tentando criar uma legislação própria, em detrimento a decisões federais, que nem convém trazer aqui, pois, sabe-se claramente o viés. O exemplo de Santa Catarina deverá também ser seguido pelos estados vizinhos, o Rio Grande do Sul e o Paraná.
Dia desses deparei-me com o candidato a deputado estadual, Jonata Mendes (PTB) no meio da semana passada, numa via movimentada de Lages, isso, num final de tarde. Chamou-me atenção o esforço dele pedindo votos aos motoristas e carregando uma folha de papelão com os dizeres “SEM FUNDÃO”. A opção é dele. Disse-me que a campanha está sendo feita com recursos do próprio bolso. Um candidato solitário em busca de uma oportunidade.
De certa forma, a gente pode comparar as desigualdades entre candidatos que buscam a reeleição, dos demais que utilizam recursos públicos, e deste, em campanha solitária, sem dinheiro. Cito o caso deste candidato, não com o intuito de publicizar, e sim, exemplificar. Assim como ele, muitos outros estão na mesma situação.
No Tema Livre inédito, desta sexta-feira (16), no ar, entrevista com o candidato a deputado estadual pelo PTB, Jonata Mendes. Ocasião em que ele comenta sobre os projetos que pretende levar para a Alesc, caso seja eleito.
Confira, a partir das 21h30, na NETV, e também aqui em meu Blog, no Portal Lages Hoje e na minha página do Facebook.
Ontem (23) foi dia de o candidato a deputado estadual e conservador Jonata Mendes, concedeu entrevista ao radialista Renan Amarante do programa O JOGO, transmitido pela Rádio RC7 em Lages.
Jonata pode expor suas principais bandeiras do conservadorismo, onde tem como lema, Deus, Pátria, Família e Liberdade e acima de tudo é a favor da vida.
Informou que suas pautas estão alinhadas ao Presidente Bolsonaro, sendo o único candidato conservador da Serra Catarinense, que não irá pegar o Fundão. “Sou o único candidato de Lages que não irá usar, nem o fundo partidário e nem o fundo eleitoral, não adianta eu falar que vou fazer diferente, eu estou tendo a atitude agora e fazendo a diferença agora. Quem negocia princípios e valores agora, também irá negociar quando chegar lá”.
O lageano Jonata Mendes é um pai que defende os princípios Cristãos, marido da Larissa Mendes e abraçou a profissão de advogado, já por ter um senso de justiça.