Quanto ao uso da máscara! O que pensar? O que fazer?

Confesso que vivo como qualquer pessoa, a maior confusão, e sem saber o que fazer ou pensar a respeito do uso da máscara, pelo menos, em locais abertos.

Depois do que vi no jogo entre Corinthians e Chapecoense, na última segunda-feira (1), com a liberação em 100% da torcida, e olha que ficou gente fora do estádio por esgotamento da capacidade, e, vendo aquela massa sem máscara, aglomerada, pulando, e apenas alguns minguados mais precavidos usando o acessório;

Depois de que a cidade de Criciúma, no Sul do Estado passou a liberar o uso da máscara, em locais abertos e com pouca aglomeração;

Depois de saber que todo o Distrito Federal, a partir desta segunda-feira (3), também desobrigou o uso da máscara em locais abertos, e, por aqui, vendo muitas pessoas já sem ela, e participando de festas e em estádios igualmente sem as máscaras, fica difícil a gente seguir as orientações das entidades sanitárias.

Sabido, porém, que Santa Catarina está também muito próxima de adotar o relaxamento no Estado. Isso deve ocorrer muito em breve. Afinal, para se ter ideia, a Chapecoense terá abertura para a torcida em geral já na próxima segunda-feira (8), quando enfrenta na Arena Condá, o Flamengo.

Enfim, resta saber se essa porcaria do vírus está mesmo circulando menos, nos enchendo de esperança de que a pandemia está no fim, ou, logo mais à frente a coisa enfeia de novo. Nem quero pensar. Com a palavra nossas maiores autoridades da saúde o governamentais. 

Escola de Lages entre as dez finalistas do Prêmio Nacional de Educação Fiscal

A Receita Federal recebeu no dia 25 de outubro, o evento de divulgação dos dez finalistas do Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2016, ocorrido em Brasília, no Edifício Camilo Cola, onde se situa a Coordenação Geral de Educação Fiscal (Coaef).

Representaram a Receita Federal o auditor-fiscal Mauro Ferreira, coordenador de Educação Fiscal e Memória Institucional, e a analista-tributária Lilian Rose Vasques Andrade, chefe da Divisão de Educação Fiscal.

Desde a primeira edição do Prêmio, em 2012, foram mais de 600 projetos inscritos.

Já esta edição recebeu 141 projetos de 18 estados e do Distrito Federal, divididos nas categorias Escolas e Instituição.

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Projetos surpreenderam

 Os projetos inscritos surpreenderam não só pela criatividade e originalidade, mas pela corresponsabilidade de trabalhos que apresentam desdobramentos e que cultivam a inteligência coletiva, sempre pensando em um país melhor.

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Dentre os 141 projetos inscritos neste ano, a EMEB Coronel Manoel Thiago de Castro da cidade de Lages, está entre as dez finalistas para escolha dos cinco projetos vencedores do Prêmio Nacional de Educação Fiscal.

Na escola o professor Cristian Roberto Antunes de Oliveira é quem coordena o projeto ‘Educação Fiscal em Ação, Um Caminho para Cidadania’.

Os cinco projetos vencedores receberão troféus, certificados e premiação em dinheiro no valor de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil para os três primeiros colocados na categoria Escolas, R$ 10 mil e R$ 5 mil para os dois primeiros lugares na categoria Instituições.

Também será entregue um Certificado de Reconhecimento para todas as iniciativas participantes da edição. Méritos!

(Informações: Francieli de Moraes – Estagiária de Comunicação Social)

Lages tem nota acima de 9 em transparência

O ranking, divulgado na última quarta-feira (8) pelo Ministério Público Federal (MPF), contemplou os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal.

A análise mensura o grau de cumprimento de leis referentes à transparência no Brasil, numa escala que vai de zero a dez.

De acordo com o MPF, o nível de transparência de estados e municípios brasileiros aumentou cerca de 31% em seis meses.

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Lages saltou de 8 em 2015, na primeira avaliação, para 9,2 em 2016, numa segunda avaliação, e figura no grupo de 75 municípios catarinenses (entre os 296) nesta posição.

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O ranking

O Ranking da Transparência se baseou em questionário desenvolvido pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla), que selecionou as principais exigências legais e itens considerados boas práticas, avaliação da transparência passiva e ativa, incluindo divulgação de salários de servidores, diárias, cópias de contratos, licitações, empenhos, entre outros. O Índice Nacional de Transparência – média de notas alcançadas por todos os municípios e estados brasileiros – aumentou cerca de 30% entre a primeira e a segunda avaliação, indo de 3,92 para 5,15.