Bruno Becker (PL) toma posse na Câmara de Vereadores da Capital

A posse ocorreu momentos antes da Sessão Ordinária, nesta terça-feira (5). A bandeira da educação permanece como prioridade para o mais novo legislador da cidade que substitui o ex-vereador Maikon Costa, do mesmo partido, e que teve o mandato cassado.

Vereador empossado tem como principal bandeira a Educação / Foto: Ascom Câmara de Vereadores

Apesar do curto mandato que tem pela frente, constando um total de 10 meses, o agora vereador Bruno Becker segue para desenvolver as iniciativas já estabelecidas durante o período de 45 dias em que esteve na Câmara Municipal como suplente durante junho de 2021, e reforça que ainda é possível ter um bom proveito do período em que estará legislando. “Com certeza, a educação será uma das principais pautas e bandeiras que irei levantar”, salientou.

Florianópolis terá lei para tratar dependentes químicos

A notícia de que a Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou, ainda na quarta-feira (14), em primeira votação, o Projeto de Lei que prevê a internação involuntária ou compulsória de pessoas em situação de rua,  reforça o quanto a questão carece de providências do campo político. A votação teve 17 votos a favor, 4 contrários, 1 abstenção e 1 ausência.

Na próxima segunda-feira (19), está prevista a segunda votação, e se aprovada, segue imediatamente para a sanção do prefeito Topázio Neto.

A partir da nova lei, entra em vigor a medida, em dependentes químicos ou pessoas com problemas mentais poderão ser recolhidos das ruas e internados a partir da solicitação de familiares ou servidores da Saúde, e demais entidades de assistencialismo.

O Projeto antecipa o que deverá ainda está em debate, na Assembleia Legislativa, através de proposição do deputado Ivan Naatz (PL), e, caso seja aprovado, o mesmo fator terá uma lei que valerá para todo o Estado.

Foto: Ascom Prefeitura de Florianópolis

Vereadores rejeitam contas de ex-prefeito de Florianópolis

O ex-prefeito de Florianópolis, César Souza Júnior (PSD), teve as contas rejeitadas pela Câmara de Vereadores, referentes ao exercício de 2016. A decisão torna o ex-prefeito inelegível por oito anos.

A rejeição das contas se deu por 18 votos, contra quatro a favor, e uma ausência computada.

Vale dizer que as contas foram aproavas no Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC), porém, com ressalvas. No entanto, como se vê, os vereadores não levaram em conta, reafirmando que os atos de César Souza Junior são nítido flagrante ao desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Foto: Flávio Tin/ND