Houve quem chamasse de “circo dos horrores”

Sob a proteção de um enorme aparato policial a Câmara de Vereadores fez jus, mais uma vez, ao todos vem argumentando, de que esta é a pior legislatura dos últimos anos.

cadeiras câmara

Quatro projetos de redução do número de vereadores passaram pela apreciação dos edis na noite desta segunda-feira (21), e nenhum foi aprovado. Um deles, pelo menos, precisava de no mínimo 13 votos. Uma orquestra muito bem afinada, pelo que se viu.

Cada vereador defendeu a sua tese. A mais hilária, para não dizer a mais intrigante, foi a do vereador Adilson Padeiro, ao afirmar que não votaria no 13 porque acabou com o País, e no 15, por que acabou com a cidade. Só votará quando arrumarem um número bom. Pode?

cadeiras câmara1

Já a proposição de 9 vereadores, de autoria do vereador Juliano Polesi, foi a de menos bom senso do previsto. Além disso, pediu a fixação de um salário mínimo para os vereadores. Soou como um deboche até para a comunidade presente.

.

Novos projetos

O que se diz é que o processo da diminuição ainda não terminou. Podem ainda entrar outros números, como 14, 16, 17 ou 18. Se estas novas proposições forem realmente possíveis, sou capaz de dizer que se aprova o de 17 cadeiras, ou fica tudo como está.

Por fim, achei interessante a proposta do vereador Ênio do Vime que sugeriu a redução em 30% dos salários do prefeito, vice, secretários, diretores, gerentes e dos vereadores. Uma alternativa. Mas, nem deram ouvidos na ocasião, o objeto era outro.

E agora? São duas CPIs!

Padeiro1Exatamente. A primeira tendo a base de sustentação do Governo como proponente, foi aprovada ainda na terça-feira (18), durante sessão deliberativa, da Câmara de Vereadores.

O fato inesperado, foi a confirmação da sétima assinatura do grupo de oposição, na colaboração do vereador Adilson Padeiro (PTB), (foto) e que confirmou uma segunda Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar somente as irregularidades já apontadas pelo Gaeco.

A da situação pretende investigar a Semasa desde o princípio da sua constituição. Nesse caso, pode esbarrar do que chamam de “Fato Determinado”, ou seja, as razões para proceder a investigação.

Na da oposição, o fator determinante existe. Portanto, resta agora saber como toda essa confusão vai se dar.

Na minha modesta opinião, não precisaria CPI. Bastaria confiar no Gaeco e nos demais órgãos da Justiça que já estão bastante avançados na elucidação do caso da Operação Águas Limpas.

Candidato Nilton reúne blogueiros durante café

O encontro, na manhã desta quinta-feira (11) serviu para a exposição de como anda o trabalho na campanha. Nilton, pelo que se percebe, está numa situação única e privilegiada dentro do PTB catarinense, a começar pelo apoio total da cúpula do Partido, no Estado.

Nilton1Entre os fatores que beneficiaram a candidatura de Nilton foi o fato de cinco, dos oito candidatos do Nilton2Partido, terem ficado fora da disputa, ou por desistência ou por indeferimento.

Diante disso, ele e mais o coordenador da campanha, o vereador Adilson Appolinário, a estimativa é de conseguir em Lages de 8 a 12 mil votos. No restante do estado, poderá ultrapassar a 20, devido ao engajamento do PTB, que está presente em 161 municípios.

Portanto, ele está num projeto político em que acredita na total viabilidade, mesmo com a concorrência de outros bons candidatos que compõem a coligação, ligados aos partidos do Pros, PV, PCdoB, PDT e PSDC.

A expectativa é de que a coligação supere a cifra dos 100 mil votos, o que poderá eleger de 2 a 3 deputados, sendo um do PTB.

Em Lages, tem o apoio de alguns vereadores, caso do Adilson, do Felício e do Padeiro. Além deles, um líder carismático, o Navarro, o qual foi apresentado como forte colaborador, durante o café.

Nilton3De resto, Nilton não tem constrangimento em dizer que está apoiando à federal, Edinho Bez, do PMDB.

Quanto ao seu projeto, está confiante no crescimento da campanha, e sente que poderá ser eleito, até porque não precisa somar 30 ou 40 mil votos, como é o caso de alguns de seus concorrentes em Lages.

Assessora demitida alega perseguição política

Jovem assessora parlamentar fala em perseguição política ao ser demitida da Câmara de Vereadores de Lages, porque optou em apoiar o candidato a deputado estadual Fernando Coruja (PMDB).

Ela trabalhava como assessora do vereador Adilson Padeiro, porém, filiado ao PTB. Teoricamente, o descontentamento é por isso. O PTB tem como candidato o Nilton Freitas.

O lado profissional, segundo ela conta, nada conta, muito menos a responsabilidade política e a ética.

samaraPor fim, ela diz que teve o dever cumprido com o trabalho, e mostra a carta de demissão, injusta, segundo ela, que é também presidente da Associação de Moradores do Gralha Azul.

Aliás, segundo ela, a perseguição também se deve à função de líder comunitária.

Foi o que ela chama de “desabafo”.

Moção Legislativa do vereador Padeiro

Adilson PadeiroGanhou amplo debate a moção do vereador Padeiro, com anteprojeto ao Executivo, sugerindo tornar obrigatório a afixação de cartazes informativos com a lista dos medicamentos oferecidos gratuitamente pelo Programa Saúde não tem Preço.

A proposição se enquadra para todas as farmácias e drogarias de Lages conveniadas à Rede aqui tem Farmácia Popular.

Padeiro ainda propôs a concessão de título de Cidadão Lageano a José Cardoso de Souza (O tio Zé, natural de São Joaquim), da União das Associações de Moradores de Lages.

A honraria será marcada pela presidência da casa e será oficializada a empresa.

Importante palestra sobre câncer de mama

Luta para prevenir sobre o câncer de mama teve mais uma atividade esclarecedora na tarde desta quarta-feira (9), em Lages.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAFoi no plenário Nereu Ramos, na Câmara de Vereadores, devido à solicitação do vereador Adilson Padeiro, onde ocorreu palestra proferida pelo Dr. Fernando Vequi.

Na ocasião Eloilse Oliveira contou a experiência de vida dela em função da doença.

A palestra foi dirigida às servidoras da casa, bem como, ao público visitante.

Fica o registro desta importante iniciativa.