BR 282: mais agilidade na licitação do projeto

Presidente da Associação Comercial, Industrial, Agronegócio e Serviços de Chapecó (ACIC), Helon Rebelatto, aponta a urgência da demanda

A velha luta ainda sem fim, e, pelo jeito irá demorar muito mais tempo. Empresários da Associação Comercial, Industrial, Agronegócio e Serviços de Chapecó (ACIC), cobra mais agilidade do Ministério dos Transportes, a licitação para contratação da empresa que fará o projeto de duplicação da BR-282. 

A urgência da recuperação e duplicação da rodovia é fator essencial para a economia catarinense e para a segurança àqueles que nela trafegam.

O Ministério já anunciou que faria a dita licitação para a duplicação da BR 282, no trecho de São Miguel do Oeste a Lages, ligando o extremo-oeste com o planalto catarinense. No entanto, a entidade empresarial, através do presidente Helon Rebelatto, reclama que a promessa ficou nó papel.

Sobre as terceiras faixas da BR 282

Lucas Neves / Foto: Instagram

Enquanto no Oeste o pedido é para a duplicação, na Serra, a expectativa é mais simplista, e aguarda a construção de terceiras faixas no trecho que liga Lages à Santo Amaro da Imperatriz.

Nesta quarta-feira, 21, o deputado estadual Lucas Neves (Podemos), que acompanha o desenrolar do processo, informou que 13 empresas entregaram as propostas para as terceiras faixas na BR-282. Agora, o DNIT vai escolher uma delas que terá a missão de 15 km de faixas extras entre a região serrana e o litoral.

“Quem percorre esse trecho sabe o quanto a rodovia se tornou perigosa, com registros de acidentes graves e mortes. Ampliar a capacidade da rodovia é urgente, por isso vamos seguir de olho para que a obra realmente aconteça”, afirmou o deputado.

ACIC de Chapecó lança manifesto sobre insensatez dos políticos

Uma das poucas instituições do Estado a demonstrar coragem e preocupação com o futuro político envolvendo o País. Assim fez a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) ao tornar público um manifesto, justamente nesse momento em que fortes e justificadas preocupações invadem a sociedade brasileira em razão de atitudes dos parlamentares federais, de um lado, e da nova Administração Federal que assume em 1º de janeiro, de outro.

Segundo a nota, o Parlamento brasileiro parece um Poder totalmente divorciado da realidade nacional. A Câmara dos Deputados aprovou com uma rapidez escandalosa a mudança na Lei de Responsabilidade das Estatais para atender a um casuísmo do futuro governo.

Reduziu de 1.080 dias para 30 dias a quarentena para que políticos que tenham participado da estruturação e realização de campanhas eleitorais possam ocupar cargos em empresas públicas. Trata-se de um grande retrocesso, patrocinado pelo presidente da Câmara Arthur Lira com apoio maciço dos deputados, incluindo quase 200 parlamentares que não se reelegeram.

Críticas à conduta do presidente eleito

O patrocinador dessa causa, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva passou toda a campanha eleitoral sem apresentar sequer um rascunho de plano de governo, limitando-se a ideias vagas sobre combate à pobreza e à desigualdade social.

Ao mesmo tempo, fez mistério sobre as diretrizes da futura política econômica. Agora sabe-se o motivo: o futuro governo quer repetir erros do passado, ampliar o tamanho do Estado brasileiro, acabar com privatizações, criar mais empresas estatais, aumentar impostos, tributar ainda mais o setor produtivo e retomar os (fracassados) programas de subsídios do BNDES para setores alinhados.

O manifesto é abrangente

Reitera, que as práticas do passado, retornam com os nomes anunciados para o Ministério da Fazenda e para o BNDES justificam todos os temores, entre eles, a volta dos bilionários financiamentos externos aos amigos do Rei (Cuba, Venezuela, Bolívia etc.) que tantos prejuízos causaram aos cofres públicos da União, bem como de velhas práticas fisiológicas.

Além disso, defender o fim das privatizações é ignorar as condicionantes da economia mundial e nacional, pois é impossível a um país carente de capitais alavancar investimentos em infraestrutura sem a participação do setor privado.

O anúncio do desrespeito ao teto de gastos e a falta de uma definição de outra âncora fiscal, aliadas a PEC da Transição, que autoriza despesas de quase 200 bilhões de reais fora do teto, constituem uma sinalização negativa: o controle das contas públicas não será prioridade. A

longa carta finaliza dizendo o quanto é decepcionante para o cidadão e contribuinte catarinense, após uma grande jornada eleitoral, verificar o descarado desprezo por regras institucionais de parlamentares e dos novos governantes, cujas ações e decisões estão orientadas apenas por interesses pessoais e partidários. O Brasil não suportará uma nova era de temerária gestão da economia.

Associações Empresariais do Estado lançam nota

Algumas Associações empresarias de Santa Catarina lançaram nesta segunda-feira, nota de repúdio contra um pacote de medidas que tramita na Alesc. As notas são duras contra o que caracterizam como sendo traição a povo catarinense. Entre as Associações estão da de Chapecó e de Florianópolis. A da Capital escreveu assim:

Traição ao povo catarinense: oportunismo político e corporativismo no apagar das luzes de 2021, na Alesc

             Sem alarde, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina e o governo estadual tentam aprovar 31 matérias em benefício de servidores do Estado. Um impacto que deve superar R$ 1 bilhão ao ano! Mais uma vez, os cidadãos catarinenses pagarão por uma conta que não condiz com suas realidades – criada em prol de uns poucos, que parecem viver à margem da crise em que amarga o país. São novos cargos e órgãos, mais benefícios e aumentos salariais.

            A Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF), que representa um universo de 4 mil micro e pequenos empreendedores da Capital, geradores de mais de 30 mil postos de trabalho, está unida a todos que querem pagar menos impostos no supermercado e no posto de gasolina de cada dia, conclamando a sociedade para que não fique à mercê dos interesses eleitoreiros.

Esta atitude é completamente incondizente com o cenário econômico, mais que adverso. Ainda mais sem qualquer discussão junto à sociedade, o que torna a iniciativa uma traição ao povo catarinense.

Florianópolis, 20 de dezembro, 2021

Rodrigo Rossoni

Presidente

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De Chapecó

Nota oficial da ACIC

ACIC Condena aumento de gastos com pessoal e estruturas administrativas em Santa Catarina

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) manifesta publicamente sua contrariedade e indignação com a falta de transparência do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) no encaminhamento subterrâneo e na aprovação quase clandestina de matérias que aumentam os gastos com servidores do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da própria Assembleia e da Administração Direta.

Mas uma vez, no apagar das luzes do ano fiscal, os Poderes Constituídos ampliam as vantagens e benefícios de servidores públicos – eles próprios detentores de privilégios que nenhum outro trabalhador recebe – e aumentar ainda mais o já gigante aparelho administrativo.

É lamentável que desde o início da República, os gestores públicos, no Brasil, sejam conhecidos pelo seu caráter perdulário e a facilidade com que torram o dinheiro público. Com desconcertante frequência, a sociedade recebe informações sobre excessos de gastos e o mau emprego do dinheiro público.

Agora, a sociedade fica estarrecida ao tomar conhecimento que os Poderes Executivo e Legislativo se associaram para processar e aprovar com interesseira celeridade 31 matérias (23 delas do Governo, as demais dos Poderes aquinhoados com duodécimos) que ampliam de forma indecente as já imensas facilidades funcionais de servidores públicos.

A ACIC admira a dedicação do funcionalismo barriga-verde e reconhece que algumas categorias necessitam de reajuste, mas lembra que Santa Catarina ainda vive em regime de pandemia, no qual milhares de pessoas foram atingidas, seja pela morte de familiares, pelo desemprego, pela falência de milhares de empresas, pela doença ou pela miséria.

Aproveitar um período de tamanho sofrimento para aprovar projetos dessa natureza é debochar da dor dos catarinenses em flagrante mostra de desprezo para com o dinheiro público, resultado dos suados impostos que a população todos os meses deposita no erário estatal.

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) lamenta o comportamento tanto do Governo quanto da ALESC, apelando para que as mencionadas matérias sejam vetadas pelo chefe do Poder Executivo.

            Os catarinenses não aceitam mais o descaso com o dinheiro público nesse momento em que a pandemia ainda não foi superada, o desenvolvimento econômico ainda não foi retomado, o desemprego não recua, trabalhadores e empresários sofrem com a recessão, faltam recursos para serviços públicos e obras essenciais.

A sociedade não aceita e o contribuinte não suporta continuar sustentando estruturas estatais que, por viverem na opulência, ignoram a realidade do País e nada fazem para deter o crescente desajuste fiscal e o descontrole dos gastos públicos.

Chapecó, 20 de dezembro de 2021.

             Nelson Eiji Akimoto

            Presidente

Ciclo de palestras no CAV/Udesc na sexta

O Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, promove na sexta-feira, 20, o 1º Ciclo de Palestras da Engenharia Florestal.

A programação começa às 14h, no Auditório Verde da Udesc Lages. A entrada é gratuita e aberta a toda comunidade acadêmica.

O objetivo é promover o curso de graduação em Engenharia Florestal e capacitar os acadêmicos.

R$ 11 milhões ao Hospital de Curitibanos

O governador Raimundo Colombo anunciou o repasse de R$ 11.120.621 para o Hospital Hélio Anjos Ortiz, de Curitibanos, durante a solenidade de posse da nova diretoria da Associação Empresarial de Curitibanos (ACIC), nesta quinta-feira, 28.

O recurso será usado para a manutenção e custeio da instituição, que tem como mantenedora a Fundação Hospitalar de Curitibanos.

A cerimônia marcou também a posse do empresário Amarildo Niles no cargo da presidência da ACIC.

Sobre o encontro de lideranças em Chapecó

Imagino que o encontro de lideranças do PSD, em jantar organizado pelas entidades empresariais de Chapecó, na noite de quinta-feira (9), deva também ter fortes desdobramentos políticos, além das discussões sobre as prioridades estruturais da Região como a ampliação do aeroporto Serafim Enoss Bertaso, e duplicações de rodovias federais.

CRC ChapecoQuem observa de longe sentiu a reunião como uma congregação do PSD, e que pode ser o início de um projeto visualizado para o futuro, exatamente no campo político.

chapeco1De qualquer forma, não há dúvida de que um encontro como esse, deverá estabelecer resultados práticos nos objetivos elencados, a partir da união de todas as forças que nele estiveram.

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Merísio

Cada vez mais é sentida a força política de Gelso Merísio, que, pela terceira vez que o líder, hoje presidente da Assembleia Legislativa, profere palestra em Chapecó.

chapeco MComo deputado estadual, tem sido um dos mais votados.

Nesta quinta-feira (11), a reunião de outras tantas lideranças não foi exatamente para ouvi-lo, mas traduzir algo mais politicamente. E essa força política de Merísio, tem respaldo.

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Enquanto isso

Nesta mesma quinta-feira (9), o PMDB iniciou um roteiro de visitas a todos os municípios do Estado. O objetivo principal é organizar a sigla junto às bases.

É inegável que o Partido estabeleceu uma caminhada visando ser organizar e se fortalecer.

Por um lado, o planejamento acontece também pela possibilidade de acontecer a reforma política. De outro, aglutinar as bases para apontar o sucessor de Raimundo Colombo, no Governo.

(fotos: Aline Dosso/Tudo Sobre Chapecó)

Encontro em Chapecó chama atenção

Estão sendo esperadas cerca de 400 pessoas, entre elas dezenas de lideranças empresariais e políticas catarinenses, para o jantar-palestra que as entidades empresariais de Chapecó promovem nesta quinta-feira, 9 de abril, em Chapecó, com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC), deputado Gelson Merísio.

gelson merísioMerísio será o palestrante da noite em Chapecó

O parlamentar fará uma avaliação da atuação do Parlamento barriga-verde e do programa de investimentos públicos para suprir as deficiências infraestruturais do grande oeste catarinense.

Na pauta das discussões estão assuntos como a duplicação das BRs 282 e 470, entre outros.

Pelo que se comenta, apesar de ser uma iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom), a presença de inúmeros deputados e secretários de estado, fortalece a ideia de uma reunião com desdobramentos políticos, pois, a grande maioria das autoridades é ligada ao PSD.

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Confira:

Confirmaram presença os deputados estaduais Jean Kuhlmann (PSD), Maurício Eskudlark (PSD), Darci de Matos (PSD), Kennedy Nunes (PSD), José Nei Ascari (PSD), Gabriel Ribeiro (PSD), Ismael dos Santos (PSD), os deputados federais César Souza (PSD) e João Rodrigues (PSD) e os secretários Milton Hobus (Defesa Civil), Nelson Serpa (Casa Civil), Celso Calcagnotto (Supervisão de Recursos Desvinculados), César Grubba (Segurança Pública), Eduardo Deschamps (Educação), Antônio Gavazzoni (Fazenda), João Paulo Kleinubing (Saúde), Wellington Bielecki (presidente do BADESC), Coronel Paulo Henrique Hemm (comandante geral da Polícia Militar) e Thamy Soligo (diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa).

Leiam e reflitam

Manifesto das entidades empresariais de Chapecó

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL) e o Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (SICOM) divulgam o seguinte manifesto conjunto:

Cresce na sociedade brasileira a desagradável sensação de que as autoridades federais, enclausuradas em Brasília, vivem em outro planeta sem qualquer contato com a realidade dos brasileiros.

O País vive um grave momento de sua história, a economia está paralisada, o desemprego cresce, o consumo despenca, a inflação foge ao controle e penaliza a vida das famílias. Uma onda de indignação varre o País em reação ao aparelhamento do Estado brasileiro e à corrupção que grassa em todas as esferas das estruturas estatais e que desvia bilhões de reais em dinheiro público que faltam para hospitais, creches, escolas, rodovias, portos, aeroportos e programas habitacionais. O pacífico, espontâneo e cívico protesto dos chapecoenses no último sábado, que reuniu mais de 10 mil pessoas, expressa esse sentimento de reprovação e censura.

Governantes adotam uma postura de donos do Poder e esquecem que, acima deles, estão as instituições, pilares do regime democrático. A impressão que temos é que, nos últimos anos, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa se organizam no próprio governo para solapar o regime democrático. É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.
Os brasileiros estão cansados de ver a máquina oficial de publicidade ser mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.

Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e desonrar as promessas feitas. As medidas anunciadas e implementadas neste segundo governo da presidente Dilma Rousseff são exatamente o contrário de tudo que ela pregou, prometeu e defendeu em sua campanha eleitoral, o que reforça no brasileiro o sentimento de que o sucesso eleitoral da candidata resultou da mentira e da enganação.

A economia brasileira está paralisada e aproxima-se celeremente um quadro recessivo. A maneira irresponsável, incompetente, populista e eleitoreira com que o Governo Federal conduziu a economia nos últimos anos cobra, agora, a fatura. Mais uma vez, quem pagará a conta dos desmandos são as classes que trabalham, produzem e pagam impostos.

Para tapar os furos de sua inabilidade, o Governo aumenta os tributos, a tarifa dos combustíveis, da água e da energia elétrica e, mais recentemente, dobra as alíquotas da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de pagamento de salários. Nessa mesma linha de descaso, a Câmara dos Deputados amplia os privilégios com passagens e diárias para cônjuges dos parlamentares, aumentando em mais 112 milhões por ano os já absurdos gastos do Legislativo Federal.

A má vontade, o descaso com o dinheiro do contribuinte e a leniência dos gestores públicos revoltam a sociedade porque, em nenhum momento, os governantes anunciaram redução de despesas, cortes de estruturas inúteis, diminuição do número de cargos de confiança, implantação de programas de qualidade ou introdução de sistema de avaliação da qualidade dos serviços públicos ou de controle de produção e produtividade do funcionalismo. Isso, jamais. O governo corta na carne da sociedade; jamais em sua própria gordura.

Nesse quadro de dificuldades e desafios, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) reforça sua convicção na defesa da Constituição, das instituições e da legalidade e espera que os Poderes constituídos da República, especialmente o Judiciário e o Legislativo e os governantes de todas as esferas da Administração pública se conduzam com responsabilidade e consciência cívica e patriótica.

Chapecó, 03 de março de 2015.

OBS: O que impressiona é que apenas Chapecó está tomando atitudes contra tudo o que está acontecendo no País. Está levando SC nas costas. O manifesto em apoio aos caminhoneiros do fim de semana foi gigante, mas, somente realizado lá.