SC receberá mais 91,2 mil doses de vacina contra Covid-19

Santa Catarina receberá mais 91,2 mil doses de vacina contra a Covid-19 nesta quarta-feira, 3. A previsão de chegada é às 8h20 no aeroporto de Florianópolis.

A informação foi confirmada pelo governador Carlos Moisés após uma audiência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na tarde desta terça, 2, em Brasília.

O ministro confirmou ainda que visitará o Oeste do Estado nesta sexta-feira, 5. O roteiro deve incluir as cidades de Chapecó e Xanxerê. 

Providência

Das 91,2 mil doses, metade (45.600) será distribuída aos 295 municípios catarinenses, para dar continuidade à vacinação dos trabalhadores da saúde e idosos com idade entre 80 e 84 anos, conforme recomendação do Ministério da Saúde (MS).

O restante ficará armazenado para garantir a aplicação da Dose 2 (D2) na população desses grupos, em um intervalo de 2 a 4 semanas.

Foto: divulgação

Chapecó irá transferir pacientes covid para Vitória (ES)

Santa Catarina vai transferir até 16 pacientes com Covid-19 para o Espirito Santo. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) catarinense confirmou que o transporte será feito de Chapecó, no Oeste, nesta terça-feira para uma unidade de saúde na região metropolitana de Vitória.

Esta é a primeira vez desde o início da pandemia que Santa Catarina transfere pacientes com Covid-19 para outros estados. (Fonte: G1).

Prefeito de Xanxerê Oscar Martarello pede socorro!

A comunidade de Xanxerê, no Oeste do Estado grita por socorro para o Brasil. O prefeito Oscar Martarello, do PSDB, gravou um vídeo em que apela pela ajuda dos governos Federal, Estadual, ou das Forças Armadas.

Sem conter a emoção, no limite, Martarello diz que não há mais como suportar. A estrutura do Município já não suporta mais a situação, em nem os profissionais da saúde, que estão esgotados. A comunidade está desesperada.

Segundo um médico da cidade, há 25 pacientes aguardando vaga para internação em UTI, sentados em poltronas.

É preciso uma força tarefa nacional, a exemplo do que foi feito em Manaus, para ajudar os municípios do Oeste de SC. Veja abaixo o que ele diz.

Coronavírus: situação séria no Oeste Catarinense

A situação no em Chapecó e Região está merecendo maior atenção por parte das autoridades de saúde do Estado. Tanto que a Secretaria de Estado da Saúde recomenda o reforço nos cuidados de prevenção ao contágio do novo coronavírus a todos os municípios da Região de Saúde Oeste e o fechamento do comércio não essencial em Chapecó por 14 dias.

Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

A orientação tem base no momento epidemiológico da região, que é a que mais registrou novos casos nos últimos dias.

Com a confirmação de 45 novos casos nas últimas 24 horas, Chapecó chegou aos 286 pacientes confirmados, seguido de Joinville (263), Criciúma (209), Concórdia (132), Itajaí (127) e Balneário Camboriú (125).

No Estado, cidade só tem menos casos que Florianópolis (387) e Blumenau (296). Nesta semana, o Governo do Estado também já havia recomendado a adoção de medidas semelhantes na região do Alto Uruguai.

76 novos casos em dois dias

Especificamente para Chapecó, cidade que registrou 76 novos casos nos últimos dois dias, a recomendação é fechar o comércio e os serviços públicos não essenciais por 14 dias, aferir a temperatura das pessoas que entram nos estabelecimentos que permanecem em funcionamento e intensificar a higienização de utensílios, superfícies e equipamentos, como elevadores, sanitários, interruptores, mesas, maçanetas e corrimãos.

Sobre a proliferação de javalis em Santa Catarina

O javali tornou-se um tormento para os produtores rurais de todo o Estado porque destrói as plantações e ameaça a vida das pessoas que trabalham na área rural.

Atendendo apelo da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), o governo do Estado regulamentou a caça, a captura e o abate desses animais em território barriga-verde.

O trabalho para o controle populacional e a prevenção desses animais se estende por todas as regiões.

A exemplo do que já se propôs na Região Serrana, no Oeste do Estado, a FAESC, o Sindicato Rural de Chapecó e a Polícia Militar Ambiental (PMA) lançaram um projeto piloto no último sábado (14), na comunidade de Rodeio do Herval, no distrito de Marechal Bormann, em Chapecó. São parceiros da iniciativa a Cidasc, ICasa, Aurora Alimentos, Cooperalfa, Sindicarne, Epagri e Embrapa.

O comandante da PMA, coronel Adair Alexandre Pimentel, que já comandou a PMA de Lages, frisou que será realizado um mapeamento dos animais para que possa ser mensurada a quantidade de javalis na região e o controle dos mesmos.

A partir do mapeamento das ocorrências, a PMA fará a ponte entre o produtor e os controladores autorizados, para que possam ir até a propriedade e abater o javali, com pessoas autorizadas.

Armadilhas

O comandante explicou, ainda, que os produtores também estão autorizados a utilizarem armadilhas, que têm um padrão específico e seguem protocolo de utilização. Nesse caso, o animal pode ser abatido pelo produtor, também com algumas regras, ou seja, de que o trânsito com a carcaça do animal é proibido, sob pena de autuação, e também o não consumo da carne.

Ameaça

Esses animais exóticos formam populações fora de seu sistema e representam ameaças ao meio ambiente, causam enormes prejuízos à economia, à biodiversidade e aos ecossistemas naturais. As perdas econômicas decorrentes das invasões biológicas nas culturas, pastagens e nas áreas de florestas são imensas.

Por fim, na Serra Catarinense o trabalho para combater o javali anda um tanto parado. Seria oportuna a retomada.

Fotos: M.B Comunicação

Qual o preço do apoio declarado do MDB ao PSL?

A campanha de segundo turno em Santa Catarina ganha novas denotações, a partir da explicitação de apoio do MDB ao candidato do PSL, o Comandante Moisés.

Portanto, a exclusão do MDB no primeiro turno, terá a inclusão por outro viés, no segundo turno. Na política nenhum apoio é gratuito. Terá um preço.

Seja como for, a onda Bolsonaro contamina. Mesmo em Santa Catarina, em que ambos os candidatos ao Governo são partícipes no apoio ao presidenciável. Sendo assim, o Estado que lidera bons rankings nacionais, terá o futuro decidido nas mãos de quem for eleito.

Moisés que tem agora na sua retaguarda o MDB, ganha um forte poder de fogo contra Gelson Merisio, do PSD. Os apoios declarados de outras lideranças, serão também influenciadores nesta reta final de campanha.

Por outro lado, o Oeste se mobiliza diante da chance de ter um governador da Região. É vista pela comunidade regional como a melhor oportunidade da história.

Em Lages, os aliados também estão nas ruas trabalhando para eleger Merisio. A visibilidade é de que o município tem mais a ganhar com a eleição dele. O apelo na cidade, é para que o voto não seja dado apenas pela emoção, e sim pela razão. Qualquer resultado que quebre a sintonia de gestão, terá inevitáveis consequências.

Seja como for, há também o entendimento de que a vontade do povo é soberana e será respeitada, em qualquer que seja o desfecho.

Oeste na espera da definição

O Oeste do Estado clama pela chance de ter um nome que possa ser o titular da cadeira do Executivo Catarinense, a partir de 2019. E com razão. A Região, uma das mais fortes economicamente acha que é chegada a hora de eleger um Governador. O deputado estadual Gelson Merisio (PSD), carrega essa esperança.

Porém, ainda não tem definição, exatamente porque depende da coligação com o Progressistas, em que o deputado federal Esperidião Amin, também almeja a cabeça da chapa. Por outro lado, a semana foi de muita conversa. Há pressa para que tudo se ajuste. Afinal, as convenções se aproximam e o tempo exaurindo.

Chuva de granizo e vento

Chapecó, no Oeste do Estado viveu, neste domingo, 01, no meio da tarde, a mesma sensação de impotência, assim como Lages, em outubro de 2014, com o registro de um forte temporal com vento e chuva de granizo.

Segundo testemunhas, foram apenas cinco minutos, mas o suficiente para o céu despejar pedras do tamanho de uma bolinha de ping-pong, quebrando vidraças de casas e apartamentos, telhados, além de para-brisas de carros, sem contar os estragos nas latarias.

Quase 30 mil casas na cidade e no interior ficaram sem energia. Muito parecido com a ocorrência em Lages.

(Foto: Diário do Iguaçu)