Transporte turístico agoniza com a paralisação dos serviços

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A categoria está bastante preocupada. Em nota oficial, afirma ser incompreensível a decisão do governo estadual de estender a suspensão dos serviços até 2 de agosto, uma vez que autorizou a liberação do transporte coletivo urbano, a partir de 8 de junho, além de os aeroportos estarem abertos ao recebimento de voos, por exemplo.

Segundo o setor, as empresas que operam no segmento possuem toda a capacidade de realizar suas viagens com os protocolos de segurança estabelecidos em vários países, em conformidade com a OMS e sem prejuízo à saúde dos colaboradores e dos usuários.

Inconcebível

A Aettusc considera inconcebível priorizar aqueles com maior poder aquisitivo – que podem viajar de avião, meio de transporte sem restrições de número de passageiros – enquanto os menos afortunados ficam privados de deslocamento.

Impacto

Sem esta óbvia e necessária isonomia, observa-se um resultado devastador, visto que as empresas de turismo e fretamento representam 30 mil colaboradores e cerca de 150 mil dependentes impactados. A paciência acabou! Protestos já foram realizados em todas as regiões do estado diante deste disparate.

Demissões e falências

Em nenhum lugar do mundo foi realizada uma suspensão por tão longo período no setor. São centenas de demissões, empresas falindo – muitas delas familiares – e um colapso completo.

Justiça

A entidade está acionando judicialmente o governo estadual para o ressarcimento pelos prejuízos causados por esta atitude irresponsável.