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O aterro sanitário de Lages voltou a ser assunto esta semana, após pedido de informação sobre ele, por parte de um vereador.
Nesse caso, chega-me a informação de que, desde que a concessionária Serrana Engenharia assumiu a operação do aterro sanitário de Lages, após interdição por irregularidades em agosto do ano passado, muitas providências foram tomadas.
Em março deve iniciar o Programa de Recuperação de Área Degradada (Prad), implantado pela empresa, que visa recuperar o terreno onde estava sendo depositado chorume sem tratamento químico.
Além da parte afetada com a contaminação, a área do entorno também será recuperada.
Por outro lado, os índices do tratamento físico/químico do chorume melhoraram desde o ocorrido. De acordo com o gerente, antes era realizado o processo em 25 a 30 metros cúbicos de chorume ao dia.
Hoje este número foi elevado para 110, maior que os parâmetros impostos pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma).
Quem administra afirma que o aterro hoje é referência no Estado.



