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Toda e qualquer mobilização ou discussão para debater a violência contra a mulher precisa ser valorizada. Foi exatamente isso que várias entidades proporcionaram nesta última segunda-feira (20), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL).

Uma união de forças em busca de soluções para o enfrentamento de um sério problema, e como foi dito, não pode ser tratado como um caso isolado. Só este ano, já se tem registro de 25 feminicídios em Santa Catarina.
O debate sobre o grave tema reuniu profissionais da assistência social, psicólogos, judiciário e entidades com ações ligadas ao combate à violência. Ao menos 30 municípios mandaram representantes para debater medidas que auxiliem no fortalecer da política de direitos das mulheres.
Organizado pelo assistente social da Amures/Cisama, Lauro dos Santos em parceria com a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Federação Catarinense de Municípios – Fecam e Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, o encontro teve como um dos grandes momentos a manifestação do juiz de Direito Alexandre Takashima.

Ele disse que o Conselho de Direitos da Mulher tem de ser eficiente e estratégico para ser mais autônomo em suas decisões e surtir o resultado esperado. “Não se faz assistência social sem dinheiro, mas o conselheiro tem de ter mais autonomia”, disse Takashima.
O objetivo geral
A Roda de Conversa sobre a Política Nacional para as Mulheres, tem o objetivo de incentivar a criação de Conselhos Municipais e combater à violência contra a mulher.
(Informações e fotos: Oneres Lopes)




