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O debate com os candidatos ao Governo do Estado de Santa Catarina, organizado pela NSC, na noite desta terça-feira (02) foi o último televisivo do primeiro turno das Eleições 2018.
No decorrer dos questionamentos e respostas, ocorrem trica de farpas, críticas e indiretas, com algumas questões polêmicas. No entanto, nada de novo. A não ser avaliar quem realmente não tem a mínima condição de governar, com o evidente despreparo.

O debate foi, sem dúvida, a melhor oportunidade para os pequenos aproveitarem mais o tempo de TV, aliás, algo que reclamaram muito, pois, com tempo exímio na Propaganda Eleitoral, disseram que não têm como apresentar suas propostas, por isso, sentem-se prejudicados.
Tornou-se evidente a estratégia de dirigirem o máximo de perguntas entre eles. Merisio (PSD) e Mariani (MDB) foram os mais atacados, sempre criticados por terem feito parte de um governo há 16 anos.
Fora as críticas, promessas com tom eleitoreiro, sem a mínima contrapartida de como o Estado poderá suportar as sobrecargas de aumentos de salários de policiais e de professores, embora seja algo que realmente deva fazer parte da preocupação do novo Governador. A segurança foi um dos temas bastante evidenciado.

Participaram do encontro os candidatos dos partidos ou coligações com cinco ou mais parlamentares no Congresso Nacional, conforme a legislação eleitoral: Décio Lima (PT), Leonel Camasão (PSOL), Jessé Pereira (Patriota), Gelson Merisio (PSD), Mauro Mariani (MDB) e Comandante Moisés (PSL).
Avalio que o debate, embora tenha evidenciado o perfil de cada candidato, não terá grande influência na opinião dos eleitores nesta reta final de campanha do primeiro turno.
Fotos: Leo Munhoz



