Eu já sabia

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UNIPLAC (3)Postei inúmeras vezes neste Blog sobre a questão da Audiência Pública proposta pelo vereador David, e de que havia a possibilidade de que o pessoal da Uniplac não participasse da nova convocação.
Deveriam, vereador e Uniplac, terem tido uma conversa prévia, para, simplesmente, não acontecer o que aconteceu na segunda-feira (24), à noite, quando ninguém dos convidados compareceu.

Durante o período que antecedia a dita Audiência, busquei informações e aqui ia relatando.

Disse, inclusive que, de acordo com o posicionamento da Justiça e do Conselho Administrativo, o pessoal da Uniplac não deveria comparecer, exatamente para evitar exploração política. A intenção é deixar as coisas na Instituição de Ensino seguirem o curso natural, sem as pressões de hoje.

Entendo também, que a intervenção na Universidade tem amparo legal da Justiça, e com total apoio do Ministério Público. Afinal, por quê tanta insistência em expor a crise da Uniplac? Sei que apenas os contrários à intervenção não vão descansar enquanto não voltarem a ditar as regras.

Por outro lado, todas as informações que os vereadores querem saber podem ser buscadas diretamente na própria Instituição, inclusive, sem limite de tempo, a hora que quiserem.

A intervenção vai ter o fim sim, mas no dia e na hora que a Justiça entender que a Universidade ande com suas próprias pernas.

Dizer que não há interesse político na situação, é questionável. O bem para a Universidade é deixar os fatos seguirem o curso que foi implantado no início da intervenção, contando com o apoio do Município e da Justiça.

Tanta interferência externa nesse processo final, não tem porque existir. Caso contrário, torna-se uma afronta, não ao interventor e à Fundação Uniplac, mas à Promotoria e à Juíza que acompanha cada passo do processo intervencionista. Creio que eles sabem exatamente o que estão fazendo. A não ser que o trabalho judicial seja o ponto em questão na visão dos vereadores.

Agora, se no final da intervenção, a partir do relatório a ser apresentado, ficar constatado de o que foi feito nada adiantou no período desses quatro anos, então, até mesmo eu não vou aceitar.

E para encerrar, não vejo como pôr fim à intervenção agora. Penso que há necessidade de que ela permaneça por mais tempo, mesmo com toda a pressão contrária à ideia. Essa é minha opinião! Mas, respeito as demais.

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