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Depois de Fernando Coruja, hoje no Podemos, Carmen Zanotto (PPS) foi quem conseguiu ser eleita titular como Deputada Federal. Chegou a atuar como suplente na legislatura passada.
Como se sabe, a Serra Catarinense sofre com a divisão dos votos, pois, contando com o número de eleitores das Zonas Eleitorais de Lages, Anita Garibaldi e São Joaquim, mais as que levam até Curitibanos, de um lado, e de outro, até Alfredo Wagner, pelas contas são cerca de 260 mil eleitores.
No entanto, é sabido que grande parte destes votos de nossa região se transferem para candidatos de fora. Dá para dizer que uns 40%, se não mais. Sendo assim, sobram uns 160 mil votos, sem contar os brancos e nulos. Vamos por aí 20%, por baixo. Serão então, em média 128 mil votos a serem rateados entre os candidatos a federais serranos.
Hoje são três nominados, por enquanto. Carmen Zanotto (PPS), Luiz Marin (Progressistas) e Daniel Ferreira (PT).
Na eleição passada, Carmen foi eleita com 78.607 votos. Nestas eleições, por certo precisará de mais. Sobram então em torno de 48 mil votos, insuficiente para eleger outro deputado. Obviamente, virão para estres três nomes, votos de fora. Mas quantos?
O que eu quero dizer com isso, embora possa haver imprecisão nestes meus dados numéricos, é que devemos pensar em eleger quem realmente tem chance. Respeite-se aqui, o estado democrático e o direito de quem quiser concorrer.
Concluo com o pensamento de que todas as direções devessem seguir para tentar eleger pelo menos um, e não dispersar votos com três ou quatro candidaturas consideradas praticamente inviáveis.



