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A licitação para a pavimentação da SC 390 no interior da Coxilha Rica está parada à espera do julgamento dos recursos de quem perdeu a licitação. É mais ou menos isso.

Por outro lado, investimentos estão sendo deixados de lado, por hora. A Cooperplan, por exemplo, instalada no coração da Coxilha, com uma unidade de recebimento de grãos, e distante cerca de 25 quilômetros de onde o asfalto deverá passar, suspendeu a edificação de dois novos silos e de um secador de cereais.
A suspensão é temporária. Volta a pensar na execução dos projetos com a garantia de que a estrada terá asfalto.
Há esperança é de que a Coxilha Rica possa se transformar futuramente num celeiro agrícola de Santa Catarina, com a produção em mais de 25 mil hectares de lavouras. Atualmente, a produção está entre 5 e 8 mil hectares.
Por outro lado, o projeto de tombamento das taipas na região da Coxilha Rica precisa ser mais bem observado.
A ideia de tombar todas as taipas e em todas as propriedades será extremamente prejudicial ao plano produtivo da região. E mais. Tem gente construindo taipa ainda hoje.
Portanto, tombar todas, sem um estudo minucioso do que realmente tem parte com a história, é um contrassenso.

Uma coisa é preservar o Corredor das Tropas e o Passo Santa Vitória, e não qualquer taipa só porque foi feita com pedra sobre pedra.




Na verdade deve-se fazer um estudo do que tornar viável na Coxilhia Rica e não sair por aí querendo construir tudo nela, o importante é criar um ramal de acesso e esta rodovia pavimentada seja um elo para os locais mais acessados por produtores, população e turistas.As taipas em tese são recentes, não sei se há taipas do período do nascimento de Lages ou documentos da Coroa Portuguesa para construí-las, quem sabe uma pesquisa mais apurada constate isso.