Share this
O assunto do gás natural a Lages andava até esquecido. Havia a perspectiva de que a tubulação fizesse a distribuição. Mas, surge uma nova alternativa.
A Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) estuda a possibilidade de substituir o GNC (Gás Natural Comprimido) pelo gás natural na sua forma liquefeita (GNL) para transportar o insumo até regiões do estado onde não há redes de distribuição.
De acordo com o projeto piloto da companhia, Lages será a primeira cidade a receber o GNL, permitindo que as indústrias da região também operem com gás natural, que hoje só chega à cidade para uso automotivo (GNV).
Neste momento a SCGÁS e a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) participam de uma missão técnica a Portugal para conhecer a logística de distribuição de GNL.

Com a mudança no sistema de transporte de GNC (Gás Natural Comprimido) para GNL, a mesma quantidade que é transportada atualmente em quatro caminhões pode ser carregada em apenas um.
.
Construção de unidade de refrigeração
O projeto piloto prevê que o gás natural seja retirado da tubulação em Rio do Sul e inserido em uma unidade de refrigeração, onde será submetido a 162ºC negativos, temperatura necessária para transformar o gás natural do estado gasoso para o líquido. De lá, o GNL segue até Lages, onde será regaseificado e inserido em uma rede isolada para distribuição aos pontos de consumo – postos de combustível e indústrias.
Atualmente, o atendimento em Lages é apenas via modal GNC e exclusivo para atender ao mercado automotivo.
Por fim, vejo com bons olhos. No entanto, a notícia, como tantas outras cria nova expecativa. Pois, que desta vez, aconteça.
(Informações: Fábrica da Comunicação)




Que bom há 20 anos ouço esta promessa e ainda estou otimista, quase todas as regiões, hoje , possuem estas conexões e Colombo prometeu ter um carinho especial por Lages. Deus o escute.
Bem colocado, meu caro, não é melhor investir mais e trazer os ramais de Rio Do Sul até Lages, do que por caminhão pegar este gás lá e trazer até Lages, encarecendo o transporte, o preço deste gás, um processo caro que vai impactar em sua utilização, naturalmente que Rio do Sul deverá levar nossos impostos nesta centralização deste gás, vislumbrei de que se querem abortar esse processo em Rio do Sul é sinal que o gás não chegará mais em Lages ou não tem força para subir a serra da santinha, espero e gostaria que alguém me colocasse outra hipótese e eu não fique com esta minha e ficaria imensamente triste se a minha fosse a verdadeira´.