Prefeitura de Lages garante o 13º

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O prefeito Elizeu Mattos, mais os secretários de finanças Mateus Lunardi, e o de administração, Pedro Marcos, em coletiva, revelaram à imprensa algumas ações, desde 2012, e que resultaram em redução de custos.

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No entanto, o fator principal foi o de informar que até o dia 18, próximo, os funcionários terão o 13º em suas contas, e, se depender de uma parceria a ser confirmada, o pagamento poderá ser até antecipado. Além disso, também confirma o depósito da folha do dia 30 de dezembro.

Os homens da Prefeitura colocam a recessão econômica do país, como a grande vilã dos problemas que os administradores municipais estão passando em todo o Brasil.

Afinal, recessão significa diminuição do crescimento das receitas, e, por outro lado, elevados aumentos nas despesas.

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Relato da dívida

O principal fator da dívida de Lages, ressaltado na coletiva, se deve também ao déficit de 2012, de R$ 44 milhões.

O conjunto de ações de contenção de custos resultou em um superávit de aproximadamente R$ 17 milhões. Dinheiro este, que ajudou na amortização do déficit de 2012.

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Ações de contenção de gastos

DSC_0237Entre as ações de resultado, o recadastramento imobiliário que culminou com aumento da arrecadação do IPTU.

Outro registro foi a inclusão da conta da coleta do lixo na fatura da água. Isso fez com que todos pagassem a taxa de maneira uniforme, resultando numa maior arrecadação.

Em suma, foram enumeradas 46 ações nos três últimos anos, que propiciaram uma economia geral em torno de R$ 90 milhões.

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Lages Previ

Ao falarem sobre a dívida previdenciária, de R$ 26 milhões em 2012, e com os pagamentos de três anos, ainda permanece um montante de R$ 17 milhões.

Caso vendam o terreno da Rodoviária por R$ 12 milhões, a dívida seria abatida e restariam pouco mais de R$ 5 milhões.

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Pequeno superávit

Por fim, conclui-se que a prefeitura, em 2015, teve um superávit na receita de 0,8%, mas, em contrapartida uma disparada nos custos. 12% somente foram para o aumento do funcionalismo.

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Resumindo, segundo os dados, a recessão tirou dos cofres do município, só em 2015, quase R$ 15 milhões.

Para concluir, lembro que a folha de pagamento consome R$ 14 milhões, ou seja, 48% da arrecadação.

De qualquer maneira, são dados importantes que ajudam a entender toda a contabilidade do município de Lages, nestes três últimos anos, e, o mais importante, é que os funcionários e suas famílias não serão penalizados com a falta dos vencimentos de dezembro. Pelo menos, foi esta a garantia dada pelo Prefeito na coletiva.

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