Prefeitura suspende obras do cabeamento

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Em postagem no Blog, no dia 6 de novembro, o chamado ponto-controle, em reunião na CDL, os dirigentes lojistas se mostraram preocupados com as obras do cabeamento subterrâneo na zonas de comércio de Lages.

PontoReunião do ponto-controle no dia 6 de novembro

Por bem, houve a definição de que as obras param durante o período natalino, continuam somente até o dia 30 de novembro.

Nota da SDR

Causou surpresa nota enviada pela Assessoria de Imprensa da SDR de Lages, alertando o fato de que a Prefeitura de Lages suspendeu serviços e atrasa rede subterrânea de energia elétrica.

A nota diz que, por determinação da prefeitura, a empresa que executa a rede subterrânea de energia elétrica da cidade será obrigada a interromper os serviços neste ano e só poderá retomá-los em 2016.

A suspensão foi comunicada na segunda-feira à Celesc. A restrição imposta pela administração municipal vale para as obras civis, que correspondem à abertura de buracos em ruas e calçadas no entorno da Praça João Ribeiro (Catedral), incluindo trechos das ruas Frei Rogério (entre o Colégio Rosa e os Correios) e Benjamin Constant (entre a prefeitura e o Banrisul).

A justificativa da prefeitura é que os serviços prejudicariam as atividades alusivas ao Natal Felicidade, cuja programação se estenderá de 1º de dezembro a 6 de janeiro de 2016.

A combinação com a prefeitura

O gerente regional da Celesc, José Afonso Marin, lamenta a necessidade de interromper os serviços, pois garante que as obras civis estariam prontas até 3 de dezembro, conforme havia sido acordado com a própria prefeitura em reunião realizada no fim de outubro na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Marin destaca ainda que, se os serviços fossem mantidos conforme havia sido planejado e combinado com a prefeitura, todos os sete mil metros de cabeamento subterrâneo estariam lançados até o fim do ano, com os buracos devidamente fechados.

“Mas agora, com o bloqueio das obras pela prefeitura, corremos inclusive o risco de novos aditivos por conta da virada de ano, o que pode deixar os serviços mais caros”, conclui o gerente regional da Celesc.

Concluo que:

Não há sintonia entre os órgãos. Aparenta uma queda de braço de ambos os lados, e que somente trará prejuízos, além dos cofres públicos, à própria comunidade. O desentendimento passa a ser cada vez mais evidente, diante da situação que se expõe. Lamentável.

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