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Mário Motta não é só o apresentador da RBS TV em Santa Catarina. É uma pessoa ainda mais completa, e com uma história merecedora da atenção de quem o admira, e sou um desses.
A honra de ver dele a revelação completa de sua história de vida, desde garotinho, quando já nasceu artista, e no circo dividiu o picadeiro com os pais.
Fez a alegria da plateia se vestindo de palhaço, com oportunidade, ainda criança, de ingressar também na comunicação, sempre trilhando o caminho e os ensinamentos dos pais.
Uma infância repleta de aventura, com oportunidade até mesmo de atuar no cinema, logo aos 7 anos de idade.
O amigo Mário, com quem tive o prazer de compartilhar o trabalho na RBS, é, sem dúvida, muito mais do que um cara da televisão. Um ser humano capaz de emocionar, alegrar e cativar as pessoas que o cercam, a partir de uma conversa.
Presença marcante do ícone do jornalismo lageano, Paulo Derengoski (E), ao lado do Volpato e Silviane
Ao estar em Lages, nesta sexta-feira (13), num talk show, organizado pela Associação de Imprensa da Serra Catarinense (Assisc), o amigo, se revelou por completo, como pessoa e profissional.
Obrigado mais uma vez. Uma honra ser seu amigo. Que continue sendo sempre a pessoa que é.
Por certo, quem teve a oportunidade de ouvi-lo nesta noite, está também agradecido por ter podido compartilhar sua experiência, em especial, no campo da comunicação.
Méritos aos dois jovens acadêmicos que se dispuseram ao desafio de lhe questionar, ao lado da também experiente jornalista Olivete Salmória.
Um registro entre os acadêmicos de jornalismo das duas Universidades de Lages
A parte, não poderia também de agradecer e registrar a parceria da diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), do pessoal dos Móveis Irimar, que emprestou as cadeiras e a mesa de centro, da própria RBS TV que liberou o Mário para vir a Lages, gratuitamente, da Imagem TV, das profissionais da assessoria de imprensa, as Catarinas, e a todos os parceiros da Assisc que contribuiram de uma forma ou de outra.
Um homem capaz de amar um livro e sofrer por ele. É uma das histórias que ele conta, com o livro Ternura para Sorrir e Chorar, que está nas suas mãos.
Por fim, foi uma noite memorável, perdida apenas por aqueles que, por uma razão qualquer, não estiveram na CDL.







