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Muito interessante a iniciativa dos dirigentes da Associação de Pequenas e Micro Empresas de Lages e Região (AMPE), para que os governos estadual e municipal também atenda o segmento com os mesmos benefícios fiscais dados às grandes empresas, inclusive, no que se refere a valores.
Entre os argumentos, a representatividade de possuir no município 99,2 dos CNPJs; 27% do movimento econômico e ainda ter 57,2% da força de trabalho.
A argumentação vai ainda mais longe, ou seja, de que pode contribuir muito para a movimentação econômica de Lages, e caso o Município tivesse implantado a fórmula há mais tempo, a situação hoje seria diferente.
O maior pedido é a doação do terreno e o projeto para a construção dos barracões, além de apoio na terraplanagem e no restante da estrutura.
Sobre os terrenos, com tamanhos em média de 1 a 2 mil m². Com isso, os pequenos e microempresários acreditam que em pouco tempo poderão se tornar médios empresários.
Resta saber como o município vai se comportar diante da reivindicação, que, aliás, já foi repassada ao Executivo.
O assunto foi abordado durante entrevista com o vice-presidente da Ampe, Euclides Mecabôm no meu programa da Imagem TV, nesta terça-feira (14).



