Missão empresarial no Chile: US$ 1,45 milhão em exportações

Vem do gabinete da vice-governadora Marilisa Boehm, a informação sobre o resultado da missão ao Chile, semana passada, liderada por ela. Foi a primeira missão empresarial do projeto SC-Export, em parceria entre o Governo do Estado e a Univali.

Os resultados da missão a Chile encorajam a realização de outras, e principalmente contemplando as micro e pequenas empresas / Foto: Divulgação / GVG

Lá estiveram também 25 micros e pequenas empresas em uma rodada de negócios. Em números, o resultado é animador. Pelo menos 18 das empresas encaminharam US$ 1,45 milhão em exportações para os próximos 12 meses e três deles já consolidaram US$ 17,1 mil em vendas.

Uma prova de que outras missões podem e devem ser planejadas com o mesmo perfil. São conquistas a serem comemoradas. Isso tudo, também reflete na cadeia produtiva, com a geração de mais emprego e renda, e como bem disse a vice-governadora, ajuda a desenvolver o Estado, a curto, médio e logo prazos. E mais. Desta vez, o olhar esteve voltado para os pequenos e micro empreendedores.

Uma mostra gigante do potencial de um setor que precisa ser cada vez mais estimulado. Atualmente, este mesmo setor, representa 4% do total das exportações de Santa Catarina.

Benfícios também para os pequenos empresários

Muito interessante a iniciativa dos dirigentes da Associação de Pequenas e Micro Empresas de Lages e Região (AMPE), para que os governos estadual e municipal também atenda o segmento com os mesmos benefícios fiscais dados às grandes empresas, inclusive, no que se refere a valores.

Entre os argumentos, a representatividade de possuir no município 99,2 dos CNPJs; 27% do movimento econômico e ainda ter 57,2% da força de trabalho.

A argumentação vai ainda mais longe, ou seja, de que pode contribuir muito para a movimentação econômica de Lages, e caso o Município tivesse implantado a fórmula há mais tempo, a situação hoje seria diferente.

O maior pedido é a doação do terreno e o projeto para a construção dos barracões, além de apoio na terraplanagem e no restante da estrutura.

Sobre os terrenos, com tamanhos em média de 1 a 2 mil m². Com isso, os pequenos e microempresários acreditam que em pouco tempo poderão se tornar médios empresários.

Resta saber como o município vai se comportar diante da reivindicação, que, aliás, já foi repassada ao Executivo.

O assunto foi abordado durante entrevista com o vice-presidente da Ampe, Euclides Mecabôm no meu programa da Imagem TV, nesta terça-feira (14).