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Como se sabe, a obra do Complexo Ponte Grande é a mais importante sendo executada no município de Lages.
Diante da preocupação com os serviços, o prefeito interino Toni Duarte solicitou uma reunião para esclarecer os motivos que levaram a empresa Sulcatarinense a diminuir o ritmo das obras da Avenida e tirar dúvidas sobre especulações de que a mesma estaria desistindo do contrato.
Assim, acompanhado pelo secretário de Planejamento, Jorge Raineski, e o procurador-geral do Município, Mauricio Batalha, Toni se reuniu, em Florianópolis, com o diretor-presidente da empresa, José Carlos Portella Nunes.
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Justificativa
Portella garantiu ao prefeito que a empresa vai continuar executando a obra, porém, justificou que a crise econômica do país atingiu diretamente os contratos firmados com a Sulcatarinense e os repasses do governo federal para pagamentos dos serviços executados tem levado até 150 dias e com essa demora descapitaliza a empresa e inviabiliza um ritmo maior de execução.
Além disso, existe certa insegurança se o Ministério das Cidades vai cumprir plenamente com os pagamentos.
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Desistência da Prosul
Outro motivo foi a desistência da Prosul, empresa responsável pela supervisão e fiscalização da obra. O prefeito esclareceu que tudo que coube ao município está sendo realizado e em uma semana será publicado edital para licitar nova empresa de supervisão e que enquanto isso a Sulcatarinense poderia construir a ponte e pavimentar o acesso que leva ao conjunto habitacional, pois, estes pontos já estão com projetos aprovados e serão fiscalizados pelo município, sugestão que foi acatada pela empresa.
Novo Cronograma
Portella ficou de enviar até o fim desta semana um cronograma da execução desses serviços e reconheceu que Lages está empenhada e comprometida com celeridade da obra, e que vem pessoalmente no município relatar as dificuldades enfrentadas pela empresa, e assegurar que quanto mais rápido o ministério repassar recursos, mais rápida será a execução da Ponte Grande.






