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Foram mais de dois anos de intenso trabalho de grupos abnegados em implantar em Lages, o Programa Lixo Orgânico Zero.
Relatório final foi apresentado durante reunião do Grupo Garis, nesta quarta-feira (20)
A intensão, por mais difícil que pareça, é fazer com que o lixo orgânico, em todos os lares do Município, tenha uma destinação correta, através da mini compostagem, e, não enviar mais nada para o Aterro Sanitário.
É difícil, exatamente pela falta de comprometimento das pessoas, e em parte, do próprio Poder Público.
Mesmo assim, o programa avançou e atingiu cerca de 35% da população, com forte participação das escolas, professores, merendeiras, acadêmicos, entidades, entre outros voluntários.
O grande problema é que, sem nenhum recurso ou campanha de conscientização, o programa chegou ao seu limite na extensão por parte dos envolvidos.
A partir de agora, o Município terá que andar sozinho. O que já foi feito deve ter servido como aprendizado e as pessoas, a partir da consciência precisam dar continuidade.
O SESC é uma das entidades engajadas no programa de compostagem
O lixo orgânico é um dos maiores problemas da população mundial. E, o programa Lixo Orgânico Zero é referência, e chegou a ganhar projeção nacional, inclusive.
Por fim, a temeridade é que ele perca força e o trabalho individual da população e escolas, diminua, e toda a proposta possa se perder, justamente quando se chegou a conclusão que o projeto é eficiente e Lages está no caminho certo.
E tudo a partir de um método muito simples: a compostagem.



