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Atingidos pela Hidrelétrica Garibaldi, segundo denunciou o deputado estadual Dirceu Dresch (PT), na tribuna da Assembleia Legislativa, centenas de famílias de agricultores familiares sofrem com problemas sociais e desapropriações indevidas.
Além disso, um erro de cálculo fez com que o lago da hidrelétrica construída no Rio Canoas ultrapassasse em mais de 600 metros a cota prevista, atingindo comunidades que não deveriam ser alagadas.
O deputado cobra uma posição da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fatma).
Dresch esteve no local na segunda-feira (19) para verificar a situação e dar apoio aos agricultores que estão acampados nas proximidades do canteiro de obras, na comunidade Nossa Senhora das Graças.
O problema é grave e realmente carece de uma posição definitiva como solução.
Conforme Dresch, propriedades estão alagadas, comunidades estão isoladas e uma enorme área de vegetação está embaixo d’água.
O lago da usina abrange uma área que envolve os municípios de Abdon Batista, Cerro Negro, Campo Belo do Sul, São José do Cerrito e Vargem.
Conforme ainda o deputado, há falta de diálogo da empresa com os agricultores.




