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Foi, sem dúvida, um momento histórico para a nossa Universidade do Planalto Catarinense – Uniplac, a posse do reitor Luiz Carlos Pfleger. A partir de agora, a Instituição passa a viver um novo momento.
Importante dizer, que ainda está sob a intervenção judicial. Mas, também é importante ressaltar, que a partir de agora, inicia-se uma fase de transição, e que, ainda não se sabe quando, a intervenção termina definitivamente.
A solenidade, na noite desta quinta-feira (3) foi bonita e bastante prestigiada. Um registro que merece destaque.
Luiz Carlos Pfleger, assumiu o comando da Universidade por quatro anos. Um desafio gigante.
O próprio reitor, em seguida empossou a professora Vera Rejane Coelho, como Pró-reitora de Ensino.
Logo, foi a vez do professor Geraldo Lucks, na condição de Pró-reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-graduação.
O conselheiro Nerci Correa foi o responsável pela homenagem aos interventores, Arnaldo Moraes e Walter Manfroi, pelo trabalho que desenvolveram desde o princípio do processo, em 2008.
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Walter Manfroi
O interventor Walter Manfroi ainda é a figura central na condução administrativa da Universidade. Portanto, ainda coube a ele, uma das principais falas da noite.
Agradeceu a todos os colaboradores, de todas as áreas, que deram grande parcela de contribuição para que a Uniplac pudesse dispor de um momento como este, o da posse do Reitor.
Sucintamente, Walter lembrou as dificuldades, especialmente com a dívida astronômica, que superava a casa dos R$ 100 milhões. Porém, junto aos bancos, conseguiu negociar, ao ponto de eliminar R$ 67 milhões, computados em multas, juros e correção monetário.
Hoje, todas as dívidas estão praticamente pagas, e as que permanecem, sendo honradas.
Restando ainda, a questão da hora atividade, mas que também se encaminha para um final feliz.
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Intervenção
Sobre o fim da intervenção. Este, talvez, ponto que muitos queriam ouvir.
Segundo Manfroi, segue ainda a proposição de consolidar a intervenção em 60 dias, após a posse do Reitor.
A partir de agora, irá trabalhar num minucioso relatório para entregar à Justiça, e requerer a extinção do processo intervencionista.
Caberá, no entanto, ao Judiciário, analisar os dados e decidir pelo fim ou não da intervenção nesse prazo de 60 dias, estipulado.
Acho até, que não se termina, ainda. Haverá nova prorrogação. A transição precisa ser bem mais completa e com melhor acompanhamento da intervenção.
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Instituição sólida
Por fim, a Uniplac hoje, está solidificada, graças a pessoas como Arnaldo Moraes e Walter Manfroi, e a
todo um corpo técnico que os acompanhou nesta trajetória, difícil, por sinal, e começar a devolver a Uniplac, para quem possa realmente cuidá-la como se deve.
Fico feliz, por ter tido também dado minha contribuição direta, como servidor da Uniplac, exatamente, em parte deste período de intervenção.
Consolida-se uma certeza: a Uniplac está muito bem encaminhada e com boas razões para hoje, comemorar a nova fase.





