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A partir de uma pesquisa, o apontamento de cerca de 90% de satisfação quanto à recente edição da Festa Nacional do Pinhão, realizada mês passado, em Lages. O resultado dela aumenta o otimismo diante da manutenção do modelo apresentado este ano, longe do Parque Conta Dinheiro.

A conclusão é de que a Festa, neste modelo, teve muitos acertos, mas que também ainda será mais bem avaliada, com novas sugestões, visando aprimorar ainda mais para 2026. Vários itens foram considerados. Em especial a segurança, com índice zero de ocorrências nos 17 dias do evento.
Nas falas, embora não explícitas, algo no ar deixou evidente a dissociação nacional da Festa, ao realizar cinco shows nacionais no Estádio, para um público mais jovem, mais voltado para o sertanejo universitário. Uma alternativa que talvez precise ser revista.

Enfim. O momento agora é de rever erros e acertos e devolver à Festa, a imagem nacional, e que, aliás, muitos visitantes vindos de longe, vieram justamente atraídos por esse argumento.
Outro ponto que não deve mudar é o das Sapecadas. Serão mantidas no Recanto, e nas datas e dias de sexta, sábado e domingo. Seja como for, o Recanto foi realmente remodelado para melhor.

A questão agora é ajustar a Festa, mantendo as força das raízes, e ampliar o desejo de todos os visitantes. Ou se mantém uma festa unicamente voltada para as tradições, ou acha-se um jeito que possa contemplar o interesse de todos os gostos.
A Festa em números
No quesito impacto econômico somente em itens ligados à Festa, envolvendo entidades, Alcat e Artesanato.

Quanto ao balanço financeiro investido:

Investimento em 2024 e resíduo a pagar em 2025




