Audiência debate sobre o desenvolvimento rural

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O evento público ocorreu ainda na última quinta-feira (8), mas resgato agora, até pela importância.

Registre-se a pequena presença dos próprios vereadores. Cinco ou seis, para ser mais exato estiveram na discussão. Isso demonstra o quanto os ausentes não se preocupam com as causas da comunidade. Coisas que a gente lamenta.

De qualquer forma, é preciso dar ênfase ao assunto, para que ele ganhe ainda mais relevância.

Como foi dito, estradas, estradas, estradas. Invariavelmente o desenvolvimento rural de Lages passa por este caminho.

Audiência PlanoEsta é a opinião de todos os participantes da audiência pública que debateu o Plano de Desenvolvimento Rural na noite desta quinta-feira (8), na Câmara de Vereadores de Lages.

Audiência Plano de DesenvolvimentoO proponente da sessão, o vereador Gerson lembrou que quase toda a totalidade do território de Lages (2.644,313 km²) constitui-se em área rural e destacou que a potencialidade de desenvolvimento da área é enorme.

O agronegócio representa 1/3 do PIB brasileiro, e Lages precisa crescer neste aspecto.

O presidente da Associação Rural de Lages, Marcio Pamplona, afirmou que a população rural é muito mais significativa do que os números apresentados pelo Censo, já que muitas pessoas que vivem disso possuem propriedades na zona urbana, seu endereço oficial é na cidade.

Audiência Plano PamplonaMárcio lembrou que é inadmissível que as crianças tenham tanta dificuldade no acesso as escolas, pelas dificuldades que se apresentam.

“Temos muito problema com estrada, com telecomunicação, eletricidade, o mundo depende disso, não podemos mais aceitar o descaso a esta situação. O produtor tem que ser tratado como um microempresário e precisa ter condições para trabalhar”, apontou Pamplona.

Audiência Plano SavianJá o secretário municipal de Agricultura e Pesca, Moisés Savian conclamou a população e os órgãos representativos a participar das reuniões do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, um órgão consultivo e deliberativo, que deve formular a política a ser seguida neste aspecto.

Sobre as estradas, ele acredita que é uma responsabilidade do poder público, mas não apenas dele.

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