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Quando há alguns anos sanitaristas da Cidasc foram obrigados a cumprir determinações de cortes de árvores frutíferas hospedeiras da Cydia pomonella, caso das pereiras, muita gente não entendeu e se indignou.
Pois é. O sacrifício parece ter valida à pena. Assim, os produtores de maçã brasileiros comemoram a boa notícia de que o país está livre da praga, conhecida também como a traça da maçã.
A notícia é importante, principalmente, para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que são responsáveis por 95% da produção nacional da fruta.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, assinou o decreto durante os eventos de encerramento da colheita da maçã em Vacaria e São Joaquim, que contaram ainda com a presença do secretário da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Airton Spies.
Com certeza, a boa nova irá repercutir e quem sabe, abrir novos mercados, sem contar benefícios como a redução de custos na produção, gerando uma economia de R$ 40 milhões por ano ao setor.
Por outro lado, tem a responsabilidade. Para manter o status sanitário, a ABPM acredita que é fundamental estabelecer critérios fitossanitários rígidos para importação de frutas hospedeiras da traça da maçã.



