Governador precisou mexer na escalação do time

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Não é nenhum demérito promover ajustes na composição de um estafe, dentro de um governo. Ao escalar um a um dos titulares das pastas, o governador Jorginho Mello dizia que estava formando um “time de pelés”.

Jorginho Mello terá que ter habilidade para seguir mantendo as alianças fortalecidas / Foto: Bruno Collaço / Agência AL

Passados quase nove meses, alguns percalços estão obrigando o chefe a promover mexidas em algumas posições, visando manter o pique e o andamento dos trabalhos, conforme se quer, e com entendimento entre os pares e partidos que compõem o dito time.

Esta semana, nova mudança de peças repercutiu no meio político. Não se trata de descontrole, mas que sempre causam aborrecimentos. O ideal era ter um alinhamento contínuo.

Entre as mudanças, a saída do presidente da Companhia de Águas e Saneamento (Casan) Laudelino de Bastos Silva, que é funcionário de carreira. Independente das razões, o governador já anunciou Edson Moritz, que teve importantes passagens pelo antigo grupo Portobello e pelo Santander.

Para o cargo de secretário de Administração Prisional e Socioeducativa, a nomeação recaiu ao policial penal Carlos Alves. Como adjunto, o governador surpreendeu ao chamar a vereadora Maryanne Mattos (PL), de Florianópolis, e que também já comandou a Guarda Municipal da Capital, com adjunta. E não duvide. Podem ter novas alterações.

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