Em convenção, Jorginho Mello (PL), confirma candidatura

O Partido Liberal confirmou na noite desta sexta-feira (05), na Associação Catarinense de Medicina, em Florianópolis, Jorginho Mello como o candidato ao cargo de governador de Santa Catarina nas eleições de outubro.

O ponto alto da noite foi quando o presidente Bolsonaro, em vídeo, consagrou Jorginho Mello como o seu candidato em Santa Catarina.

Jorginho ressaltou que sua maior coligação é com o 22 e fez um manifesto para anunciar o que pretende fazer como governador do Estado. O evento foi bastante concorrido. Mais de 3 mil pessoas marcaram presença na ACM.

Vice

A vice Marilisa Boehm admitiu que só aceitou concorrer ao cargo porque estaria ao lado de Jorginho Mello. “Depois que eu o conheci, percebi que temos algo em comum: que é acreditar nas pessoas. E a nossa gente é a maior riqueza que Santa Catarina tem. E nós sabemos que o povo é que faz o governo, pois se povo está bem, o Estado vai bem”, disse.

Ao Senado

Já o candidato ao Senado, Jorge Seif, enfatizou o projeto para recolocar o Estado numa nova era. “É um grande momento para Santa Catarina, onde apresentamos opções para seguir reconstruindo o Brasil e para colocar nosso Estado nos trilhos certos. É uma honra concorrer ao Senado Federal ao lado de Jorginho Mello para o Governo do Estado, que foi eleito por duas vezes o melhor senador da República. Tenho certeza que temos um time que sairá vitorioso nestas eleições”, reforçou.

Fotos: Assessoria de Imprensa

Confira abaixo o que disse o presidente Jair Bolsonaro, em vídeo, sobre a candidatura de Jorginho Mello, ao governo de SC.

PL faz convenção nesta sexta

O Partido Liberal de Santa Catarina realiza nesta sexta-feira (5), a partir das 20 horas, na Associação Catarinense de Medicina (Rod. José Carlos Daux, 3854 – Bairro Saco Grande, Florianópolis), a sua convenção estadual.

O encontro vai homologar as candidaturas do partido a Governador, Vice-Governador, Senador, Deputados Federais e Estaduais para o pleito de 2022.

Principais convenções no sábado

Penso que as principais convenções partidárias de Santa Catarina ocorreram no sábado (23).  Foram nove convenções. A mais tranquila, creio, deve ter sido a da composição de Gean Loureiro (UB), Eron Giordani (PSD), e de Raimundo Colombo, (PSD), na cabeça de chapa, composta e alinhada bem mais cedo.

A do MDB, mais conturbada, gerava certa expetativa. Completamente rachado, o partido acabou cedendo à proposta de ser coadjuvante, na posição de vice, de Carlos Moisés (Republicanos), que também ratificou no sábado, a sua candidatura à reeleição. O MDB tinha a opção de abraçar a candidatura própria com o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli.

Udo Döhler, Paulinha e Carlos Moisés

Seja como for, sem consenso interno, os convencionais optaram mesmo pela homologação do empresário de Joinville, Udo Döhler, dando ao deputado federal Celso Maldaner, a oportunidade de concorrer ao Senado.

O Novo também homologou seus candidatos e vai de chapa pura com Odair Tramontin e Ricardo Althoff, como vice.

CPI da Chape: US$ 10 milhões a mais no Fundo Humanitário

O Senador Jorginho Mello (PL), presidente da CPI da Chapecoense, conseguiu um aumento de US$ 10 milhões no Fundo Humanitário para as 71 famílias das vítimas da tragédia da Chapecoense.

De US$ 15 milhões o valor subiu para US$ 25 milhões, e pode aumentar ainda mais. O avanço na negociação ocorreu numa reunião em Londres com a seguradora Tokyo Marine.

Segundo o parlamentar, que viajou com recursos próprios para a capital inglesa, deve haver uma nova rodada de negociação entre a seguradora e as famílias, quando o montante pode chegar a US$ 30 milhões.

Em fevereiro de 2017, a Tokio Marine criou um Fundo Humanitário com objetivo de fazer acordos com os familiares.

Não foi aceito

Na primeira negociação foi oferecido US$ 200 mil (R$ 1,1 milhão) e nenhuma família aceitou. Meses depois, o valor subiu para US$ 225 mil (R$ 1,2 milhão) e cerca de 24 famílias aceitaram o acordo. Em troca, elas assinaram um termo de quitação que impediria qualquer ação na Justiça contra a LaMia e a Bisa.

Nova negociação

Com essa nova proposta apresentada pela seguradora as 24 famílias que já receberam US$225 mil dólares vão receber a mais US$138 mil dólares que em reais dá aproximadamente R$ 749 mil.  As outras 47 que ainda não receberam nada do Fundo Humanitário e que queiram agora irão receber o valor de US$363 mil dólares que convertendo da o valor de R$1.960,00.”

Elevação do valor

Após a nova etapa de negociação, não haverá mais necessidade de que haja a concordância de todas as famílias para ter direito ao valor proposto. Mesmo quem já recebeu o valor inicial terá direito a ganhar uma diferença por conta da elevação da indenização para US$ 25 milhões.

Covid suspendeu os trabalhos

Instalada em dezembro de 2019 para investigar o atraso no pagamento das indenizações, a CPI pretendia entregar um relatório em agosto de 2020, mas os trabalhos foram suspensos por dois anos por conta do Covid-19, retomando os trabalhos apenas este ano.

Relembre o acidente

O acidente ocorreu há quase seis anos. A Chape iria disputar pela primeira vez uma final internacional, pela Copa Sul-Americana, em Medellín.

O avião da LaMia decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e sofreu uma pane por falta de combustível. A aeronave caiu em uma área de floresta nas imediações da cidade de Medellín, causando a morte de 71 pessoas.

Dona Ivete Silveira no Senado?

Durante um encontro casual, nesta semana, com um dos expoentes da política catarinense, Francisco Kuster, e que, beirando aos 80 anos, carrega sobre os ombros uma grande história.

Homens como Kuster precisam ser ouvidos. Disse-me que o governador Carlos Moisés não será reeleito, caso queira contar com o MDB. E explicou-me o que poucos estão lembrando.

Na eleição passada, o agora pré-candidato ao Governo, Jorginho Mello (PL), estava fechado com o MDB, e foi eleito Senador a partir dessa aliança.

O “fantasma” de Luiz Henrique e a presença viva de dona Ivete ao Senado, “assombram” Carlos Moisés.

Além disso, a brusquense Ivete Appel da Silveira, viúva do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, esteve engajada na campanha das candidaturas de Mauro Mariani ao governo do estado e de Jorginho Mello ao Senado.

Pois bem. Poucos lembram. Mas dona Ivete é a primeira suplente de Jorginho Mello ao Senado. E o que isso quer dizer? Simples. Basta dizer que uma grande parte do MDB poderá estar ao lado da dona Ivete, e de Jorginho Mello.

Caso Jorginho se eleja governador, o MDB herda o Senado por quatro anos. Eis aí um trunfo que Jorginho Mello carrega, e pouco expõe. Assim como Jorginho se aliou a MDB no pleito passado, não é impossível o MDB se aliar a ele agora. E se isso acontecer, Moisés nada mais pode fazer, e compromete por completo a reeleição.

Deputada federal Carla Zambelli elogia Jorginho Mello

A deputada federal por São Paulo, Carla Zambelli (PL), esteve nesta sexta-feira (10) em Florianópolis onde participou do Encontro Catarinense da Frente Pela Lealdade, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL). A noite foi promovida pela vice-governadora do estado é pré-candidato a deputada federal Daniela Reinert (PL).

Durante a fala, a deputada paulista fez duras críticas ao atual governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (REPUBLICANOS) e o chamou de “traidor”. Além disso, Zambelli apontou apoio à candidatura do senador Jorginho Mello.

Segundo ela, esteve em SC em 2018, fazendo campanha para Dani (vice-governadora) e para outra pessoa que eu nem quero repetir o nome, mas agora Santa Catarina tem a oportunidade de ser bem representada por Jorginho Mello. “Ele é o melhor para Santa Catarina”.

O evento reuniu lideranças de todas as regiões do estado e vários pré-candidatos a deputados federais e estaduais, além do pré-candidato ao senado, Jorge Seif.

(Informações e fotos: Assessoria de Imprensa)

Pequena margem em pesquisa aponta liderança de Moisés

A pesquisa foi encomendada pela TV Record, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo SC-04302/2022. Foram ouvidas 1,5 mil pessoas, entre os dias 21 e 23 de maio. A pesquisa tem 3% de margem de erro para mais ou para menos e o índice de confiança da pesquisa é de 95%.

Carlos Moisés, Jorginho Mello e Gean Loureiro bem próximos na pesquisa. Foto: arquivo Diário do Iguaçu

O atual governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (Republicanos), lidera numericamente a disputa em primeiro turno em todos os cenários da pesquisa do Real Time Big Data divulgada na manhã desta terça-feira (24).

 Na versão estimulada, em que os nomes dos candidatos são citados, Moisés tem 18% das preferências. Na espontânea, sem opções pré-definidas, 8% dos eleitores citaram o nome do atual chefe do executivo catarinense para a eleição de outubro.

Na pesquisa estimulada, foram informados dez nomes para o eleitor. Depois de Moisés (18%), aparecem o senador Jorginho Mello (PL), com 14%, o ex-prefeito Gean Loureiro (União Brasil) com 12%, senador Esperidião Amin (PP) e ex-deputado federal Décio Lima (PT), com 9% cada.

Completaram a lista o senador Dário Berger (PSB), Antídio Lunelli (MDB), com 4% cada, Odair Tramontin (NOVO) e Gelson Merisio (Solidariedade), com 3%, e Ralf Zimmer (PROS), com 2%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, aparecem Carlos Moisés (8%), Jorginho Mello (6%), Décio Lima (3%) e Gean Loureiro (2%) e Amin (1%). Já ao Senado, foram dois cenários: Raimundo Colombo (PSD), com 14%, Kennedy Nunes (PTB), somou 8%; Fernando Coruja (PDT), 6%; e Dário Berger (PSB) e Jorge Seif Júnior (PL), 5% cada. No segundo cenário, Colombo também está à frente, com 15%; Nunes, em segundo, com 8%; Berger tem 6%; Seif Júnior, com 5%; Jorge Boeira (PDT), com 1%.

Pesquisa estimulada

Carlos Moisés (Republicanos) – 18%

Jorginho Mello (PL) – 14%

Gean Loureiro (União Brasil) – 12%

Esperidião Amin (PP) – 9%

Décio Lima (PT) – 9%

Dário Berger (PSB) – 4%

Antídio Lunelli (MDB) – 4%

Odair Tramontin (NOVO) – 3%

Gelson Merisio (Solidariedade) – 3%

Ralf Zimmer (PROS) – 2%

Para o Senado

O Real Time Big Data ainda fez uma projeção da corrida eleitoral para o Senado. Dois cenários foram apresentados aos entrevistados: o primeiro sem o nome de Jorge Boeira e o segundo, sem Fernando Coruja. Ambos são pré-candidatos do PDT.

Raimundo Colombo lidera para o Senado

No primeiro, lidera a preferência do eleitorado Raimundo Colombo (PSD), com 14%. Depois, aparecem Kenedy Nunes (PTB), com 8%; Fernando Coruja, com 6%; e Dário Berger (PSB) e Jorge Seif Júnior (PL), com 5% cada um.

No segundo cenário, Raimundo Colombo também está à frente, com 15%, e Kenedy Nunes, em segundo, com 8%. Completam a lista Dário Berger, com 6%; Jorge Seif Júnior, com 5%; e Jorge Boeira, com 1%. Fonte: R7