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Ano passado, muito feliz com a decisão, o deputado Marcius Machado revelou-me que estava condicionada a ele a vaga de 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa, na eleição deste ano. Era esse o acordo firmando junto aos seus pares do PL, e pelo presidente da Executiva, o senador Jorginho Mello.

Só não contava com a ambição alinhavada nas sombras, pelo próprio colega de sigla Maurício Eskudlark. Ao entrar na disputa, derrotou Marcius e assumiu a função. Um jogo sórdido que se resume em uma única palavra: traição. Portanto, natural o encaminhamento dos demais partidários do PL, ao pedirem a expulsão de Eskudilark, da sigla.
Não só quebrou o acordo político previamente firmado, como se transformou numa pessoa inconfiável, capaz de trair sem escrúpulo. Ao adotar esta linha, o deputado Maurício envergonha a própria classe política.
Os que votaram nele, estavam mancomunados com a traição configurada em seguida no Plenário. Não há respeito nem entre mesmo entre os pares, que dirá com o seu eleitor.
Foto: reprodução das redes sociais do deputado



