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A declaração de que os voos da Azul não devem retornar à Lages é verdadeira, ratificou o presidente da ACIL, Carlos Eduardo de Liz. No entanto, a entidade vai tentar reverter, embora a empresa esteja focada em se instalar em Correia Pinto.
Segundo o dirigente, a torcida e o trabalho devem ser pelo retorno em qualquer um dos aeroportos, pois, o que não se pode é ficar sem voos.

Assim, com o incentivo sobre imposto dos combustíveis, que pode estimular o retorno, será tentado, pelo menos, o voo original. Ou seja, aquele com capacidade de até 70 passageiros. Isso, mesmo com afirmação da azul de só voltar com operação somente em Correia Pinto.
Foto: divulgação



