Sapecada da Canção Nativa: Patrimônio Cultural Imaterial

Nesta terça-feira, dia 22 de abril, na Câmara de Vereadores, aconteceu a votação do Projeto de Lei n.º 011/2025, que reconhece oficialmente a Sapecada da Canção Nativa como Patrimônio Cultural Imaterial do Município de Lages.

Vereador Maurício Batalha – autor do projeto / Foto: Bruno Heiderscheidt de Oliveira (Câmara de Lages)

A proposta, de autoria do vereador Mauricio Batalha Machado, foi muito bem recebida por representantes da cultura, artistas, instituições e pela comunidade que lotou o plenário em apoio a esse reconhecimento tão simbólico.

 Mais do que um título, o reconhecimento representa o compromisso em preservar uma das maiores expressões da identidade cultural do povo serrano.

Foto: Ascom PML

A Sapecada, que há mais de três décadas emociona gerações, agora entra para a história de forma oficial — garantindo que sua essência siga viva para o futuro. Sem dúvida, o Festival Nativista faz parte da identidade de de Lages. O reconhecimento garante que ele siga vivo e forte pelas próximas gerações.

Vereadores de Lages aprovam para si, o vale alimentação

Por mais que a comunidade estivesse contrária, prevaleceu o interesse pessoal de vários vereadores, para ter em 2025, o adendo do vale alimentação.

Os vereadores Gerson dos Santos e Leandro do Amendoim, além de Jair Junior, foram os únicos que entraram no rápido debate e se posicionaram contra. Já os demais contrários foram Suzane Duarte, Elaine Moraes e Agnelo Miranda

Votaram a favor: Jean Pierre, Heron, Jean Filipe, estes não eleitos. Joinha, Polaco, Éder, Tio Zé, Gabriel Córdova, Freitinhas e Robertinho, eleitos para a próxima legislatura. Esta é a última sessão ordinária normal do ano. Os vereadores terminam de forma contrária aos interesses da comunidade. Um tapa na cara dos eleitores.

Gerson lembrou que na próxima legislatura, os vereadores poderão entrar com novo projeto, para revogar o PL nº 0179, que institui um auxílio alimentação para funcionários que cumprem oito horas/dia de trabalho, e também aos vereadores que cumprem expediente indeterminado, a não ser no horário das sessões.

A autoria do projeto leva a assinatura do presidente Aldori Freitas (Freitinhas), Dr. Heron Anderson de Souza, Roberto Roque (Robertinho), e José Osni (Tio Zé).

Foto: reprodução

Negado regime de urgência para o não aumento da taxa de lixo

Vereadores da situação, em Lages, tem imposto derrotas em cima de derrotas aos projetos apresentados pelo vereador Jair Junior (Podemos). Imagino que seja uma conduta meramente contrária às ações do edil, e não dar a ele o gosto de ver seus projetos aprovados.

Se for essa a premissa, creio que estão dando corda para que ele cresça cada vez mais perante à comunidade. Queiram ou não, ele, sozinho, através de suas publicações nas redes sociais, está conseguindo mexer com a opinião pública, e causando profundo desgaste à imagem dos colegas, normalmente contrários aos seus projetos.

 

Na sessão ordinária desta segunda, 8, a proposição do vereador era para ter a aprovação de um pedido em regime de urgência para a revogação do aumento da taxa do lixo. Convenhamos, algo possível, especialmente diante do momento político vivido na cidade e em outros municípios, mediante aos desdobramentos da Operação Mensageiro, e que justamente apontam o destino do lixo como a principal causa de propinas.

Rejeitada a suspensão do salário do prefeito Antonio Ceron

Proposta de emenda à Lei Orgânica que previa a suspensão do salário do prefeito ou vice, enquanto afastados do cargo, foi rejeitada em votação, em segundo turno, na Câmara Municipal de Vereadores de Lages, na noite desta segunda-feira (27). Para ser aprovada eram necessários 11 votos, mas a matéria contou com 9 dos vereadores.

Por outro lado, há quem diga que a medida seria inconstitucional. Muito embora sejam graves as imputações dos fatos que culminaram com a deflagração da Operação Mensageiro e a prisão de prefeitos, vice e funcionários de prefeituras de Santa Catarina, entre elas, a de Lages.

Razões pelas quais, o prefeito Antonio Ceron está afastado do cargo por um período de seis meses, sendo que o vice passou a exercer as funções correspondentes à função do titular.

Pela Constituição Federal, artigo 5º, LVIII, a suspensão do pagamento dos subsídios do Prefeito afastado, implicaria na violação de todo um sistema, desde o princípio da presunção da inocência, contido no artigo citado, de que ninguém haverá de ser considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória.

Portanto, caso a suspensão fosse aprovada, os vereadores estariam imputando uma punição, com pré-julgamento, presumindo a culpa. O prefeito afastado, ainda não é sequer réu das supostas acusações de envolvimento de propina com a empresa de coleta de lixo, e muito menos tem condenação.

Enfim, gostaria muito de que uma jurista fizesse uma análise profissional a respeito. Se é realmente este o processo, ou se os vereadores têm o poder de decidir sobre os proventos do prefeito, mediante, tão somente, pelas acusações impostas a ele.

Falta de decoro atinge a Casa do Povo

O nível da discussão entre o líder do governo, Jean Pierre (PSD), e Jair Junior, também do PSD, na sessão ordinária desta última segunda-feira (17), foi muito além do baixo nível. Agressões verbais, e uso de termos nada compatíveis com a posição que ocupam, colocam a Casa do Povo em julgamento.

Infelizmente, tais bate-bocas têm sido corriqueiros, e quase sempre envolvendo o jovem vereador Jair, e justamente com os seus pares do PSD.

Porém, desta vez, a origem da discussão entre Jean Pierre e Jair Junior, e o que ambos propiciaram em suas falas, precisa de uma reflexão abrangente, ou até mesmo atitudes firmes da Mesa Diretora. Faltou decoro de ambas a partes.

E, a sociedade não precisa mais ouvir e ver tantos atos de agressões mútuas, justamente de parte de quem deveria representar toda a comunidade, ou pelo menos, seus eleitores. Enquanto isso a Executiva do PSD assiste tudo de camarote, sem tomar nenhuma atitude. Porém, agora, a situação saiu do controle e foi além. Vergonha!.

Esforço para resolver o impasse dos Cedups

Nossos representantes políticos de Lages e Região, a deputada federal Carmen Zanotto (PPS), o deputado Gabriel Ribeiro, e até mesmo comissões de vereadores estão engajados para tentar resolver e convencer os setores do Governo do Estado, para a retomada das aulas nos Cedups. Pelo menos, o de Lages.

Na tarde desta terça-feira (3), um dos grupos de vereadores que compõem a Comissão Externa da Câmara de Lages, Aida Hoffer (PSD), Lucas Neves (Progressistas), David Moro (MDB) e Jean Pierre Ezequiel (PSD), esteve na Assembleia Legislativa de Santa Catarina para expressar o descontentamento com a decisão do Governo do Estado de não realizar novas matrículas nos Cedups para o 2º semestre de 2018.

Porém, uma reunião sobre o cancelamento de novas turmas nos Centros de Educação Profissional (Cedup’s) que aconteceria apenas na semana que vem será realizada nesta quinta-feira, 5, em Florianópolis. A reunião será com a secretária de Estado da Educação Simone Schramm.

A mobilização sobre o assunto continua nesta quarta-feira (4), quando os vereadores Amarildo Farias (PT), Bruno Hartmann (PSDB), Jair Junior (PSD) e Thiago Oliveira (MDB) viajam à Capital para novas tratativas, especialmente por Lages contar com dois Cedup’s, o Renato Ramos da Silva e o Industrial.

Votação do veto de reposição em outra data

O Plenário da Câmara de Vereadores viveu mais um dia tenso, com a presença de manifestantes do movimento “Vem Pra Rua”. Eles querem que os vereadores mantenham o veto do prefeito Toni Duarte, contra a reposição salarial.

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Entre os vereadores, muitas ofensas nos pronunciamentos. Quanto à votação do veto, se será mantido ou não, ela só vai acontecer no próximo dia 21 de novembro, a partir das 18h, e com a promessa de casa cheia novamente.

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O veto até era para ser votado ainda nesta segunda-feira (31), mas devido ao desentendimento dos vereadores durante a Sessão, a votação foi então marcada para a segunda quinzena de novembro.

(Fotos: Vantuir Reche)

Sobre a diminuição de cadeiras na Câmara

Vêm da assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores de Lages, novas informações a respeito dos processos de redução do número de cadeiras da próxima legislatura.

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Segundo a fonte, dois projetos estão aptos para votação nesta terça-feira (15), em Sessão Ordinária: o que fixa em 15, e o que permanece em 19.

O projeto de redução para 13 vereadores conforme o vereador Gerson se pronunciou, tem apenas seis assinaturas, necessitando de mais uma para tramitar.

Na verdade, ainda se busca a adesão de mais um parlamentar. Porém, ainda não ocorreu, fazendo com que não seja apreciado pelo Plenário.