Senhas para vacinação em Lages

Nesta segunda-feira (26), a vacinação com as primeiras doses continua em Lages, porém, devido à baixa quantidade de primeiras doses, devem ser entregues senhas proporcionais ao número de doses disponíveis.

A D1 será somente para a faixa etária com 33 anos ou mais, gestantes, puérperas e lactantes com 18 anos ou mais. Já para trabalhadores industriais, a vacinação está suspensa devido à falta de doses para este grupo. Assim que houver recebimento de novas doses, a vacinação deve ser retomada. 

Segunda dose

A segunda dose está sendo aplicada para quem vacinou com Coronavac há 28 dias ou Astrazeneca há 70 dias.

Horário

O horário para vacinação acontece das 8h30min às 16h30min, no parque Conta Dinheiro, no sistema drive thru ou para pedestres.

Foto: Fom Conradi

O dia de vacinação em Lages

Vacinação de primeiras doses para 35 anos ou mais e grupos prioritários é suspensa por falta de doses nesta terça-feira. A vacinação de segundas doses para todos os públicos seguirá normalmente. Assim, a vacinação nesta terça-feira será somente para segundas doses.

Para o grupo industrial, bem como para gestantes, lactantes e puérperas e todos os grupos já elencados como prioritários, está suspenso temporariamente por falta de doses, retomando a normalidade assim que houver recebimento de doses.

O horário para vacinação acontece das 8h30min às 16h30min, no parque Conta Dinheiro, no sistema drive thru ou para pedestres.

A vacinação continua com as segundas doses de coronavac para quem fez a primeira dose há 28 dias e AstraZeneca há 70 dias.

Ressaltando que não se pode escolher a vacina, o importante é ser vacinado e garantir a imunização completa.

Foto: Fom Conradi

Segunda dose da AstraZeneca pode ser feita com 70 dias

Quem recebeu a primeira dose do imunizante AstraZeneca/Fiocruz pode fazer sua segunda dose a partir de 10 semanas (70 dias) após a aplicação da primeira dose.

O prazo de 12 semanas (84 dias) informado até o momento no cartão de quem já vacinou poderá ser seguido normalmente, sem prejuízo para a vacinação. Até o momento, Lages vacinou 60% da população com a primeira dose e 17% com o ciclo vacinal completo.

Importância da segunda dose

É preciso tomar a segunda dose da vacina? Quais as comorbidades incluídas como prioritárias para vacinação contra a Covid-19? Esses são alguns questionamentos recorrentes de brasileiros no andamento da imunização no país.

Especialistas que detalharam a importância da vacinação completa e as doenças que são listadas pelo Ministério da Saúde na relação de prioridade.

Muita gente deixou de tomar

Segundo levantamento do governo federal de abril, 1,5 milhão de brasileiros não tomaram a segunda dose da vacina, mesmo após ter chegado o prazo do reforço da imunização. “Com uma dose apenas, a eficácia é muito menor e a conversão para as células de imunidade é muito baixa.”

Por que é importante tomar da segunda dose

Os especialistas lembram que, antes do registro das vacinas contra a Covid-19, foram feitos estudos para avaliar se seria necessária apenas uma aplicação ou mais. Porém, grande parte dessas análises indicou uma imunidade necessária para frear a mortalidade com duas doses. 

Vacinas disponíveis no Brasil 

Coronavac: Eficácia para casos sintomáticos é de 50,7%, sendo que pode chegar a 62,3% se houver um intervalo de mais de 21 dias entre as duas doses da vacina. Duas doses com intervalo entre as doses entre 14 a 28 dias após a aplicação da primeira.

Astrazeneca: Eficácia de cerca de 70% nos estudos que levaram à aprovação, variando entre 62 e 90%. Dados de vida real recém-divulgados pelo governo britânico apontam para 90% de proteção após as duas doses. Duas doses, o prazo para aplicação da segunda dose é de até 90 dias. 

Pfizer: Já demonstrou 95% de eficácia em prevenir casos confirmados de Covid-19. O laboratório já relatou, inclusive, que a vacina funciona contra a variante sul-africana. Duas doses com prazo de aplicação para a segunda dose de 21 dias.

Janssen: Estudos da Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) apontam que a dose única do imunizante é 66% eficaz na prevenção de diversas variantes da covid-19. Dose única. 

Sputnik V: A vacina recebeu liberação parcial da Anvisa para ser distribuída sob condições específicas e em quantidade limitada para alguns estados. Eficácia de 91,7%, segundo estudo da Lancet, e 97,6%, segundo o Instituto Gamaleya. Aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias.  

Covaxin: A agência regulatória brasileira permitiu, por enquanto, o uso de 4 milhões de unidades do imunizante. A Anvisa ponderou o fato de não ter recebido relatórios da agência indiana, o curto prazo de acompanhamento dos participantes dos estudos e a inconclusão dos estudos da fase 3, etapa que atesta a eficácia da vacina. Eficácia de 78% e 100% em casos graves.  

Fonte: Brasil 61

Chegam 55,8 mil novas doses da vacina Coronavac

O Governo de Santa Catarina recebeu neste sábado, 8, nova remessa com mais 55,8 mil doses da vacina Coronavac. As doses chegaram ao aeroporto de Florianópolis, às 10h. A distribuição das doses começou ainda neste sábado, no início da tarde.

Foto: Doia Cercal/Secom

Neste primeiro momento, foram encaminhadas aos municípios catarinenses 47.230 doses da vacina do laboratório Sinovac/Butantan, exclusivamente, para aplicação da segunda dose.

Este número de doses, segundo levantamento realizado com os próprios municípios, é suficiente para que todos consigam completar o esquema vacinal das pessoas que já receberam a primeira dose.

Nova remessa de vacinas será para a segunda dose

Essa nova remessa atende aos municípios, conforme deliberação servirá para a segunda dose de vacinação dos profissionais de saúde na linha de frente contra a COVID-19 e demais grupos prioritários.

A primeira dose começou a ser aplicada no dia 18 de janeiro, poucas horas depois da chegada da primeira remessa do imunizante ao Estado.

Para esta terça-feira, 2, a previsão é a de que os imunizantes sejam totalmente distribuídos às regionais até o período da tarde.

Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Segunda dose da vacina contra o HPV

vacina HPVDurante o mês de setembro, devem receber a segunda dose da vacina contra o HPV (papilomavírus humano) as meninas, entre 9 e 13 anos, que receberam a primeira dose em março deste ano.

Aquelas que ainda não se vacinaram devem procurar uma unidade de saúde e iniciar o esquema de imunização. No total, três doses devem ser aplicadas.

A próxima será cinco anos após a segunda. A vacina é a principal forma de prevenção contra o câncer de colo do útero, doença que mata cerca de oito mil mulheres por ano no Brasil.