Ainda na questão da educação ambiental, há quem pense que os problemas ou quem afeta o meio ambienta são somente as pessoas que vivem no interior. Um engano.
Pois, somos nós, da cidade, os maiores poluidores e destruidores do meio ambiente. Em Lages, não há uma política de gestão capaz de minimizar os impactos, embora projetos, em especial de saneamento básico estejam em execução. Aliás, obras de suma importância. A falta de saneamento é dos piores problemas ambientais no âmbito urbano.
O lixo é outro fator que precisa urgentemente de uma política mais eficiente para o controle em Lages. Não é uma referência ao recolhimento. Está mais do que na hora de que se adote um projeto diferenciado para o depósito momentâneo, até a coleta.

Não dá mais para apenas contar apenas com as pequenas lixeiras espalhadas pela cidade. O repórter J. Damasceno fez o registro o lixo espalhado justamente no centro da cidade. Isso, sem falar nas depredações.
Nem sempre isso é feito por pessoas. Mas, por cães de rua. Seja como for, nos finais de tarde o acúmulo de sacos de lixos nas esquinas cria visões deploráveis.

Muitas cidades adotaram o sistema de contêineres, divididos para a colocação do lixo orgânico e noutro, os recicláveis, e têm funcionado. É o caso de Chapecó.
Quem sabe, nesta gestão, um projeto mais amplo para eliminar de vez o depósito de lixo sobre as calçadas. A revitalização do Centro está por acontecer. Quero crer que em paralelo com a revitalização, a resolução desse problema seja algo mais do que pensado.



















