Nomeados os novos titulares da Administração Prisional

Com os nomes publicados no Diário Oficial do Estado, nesta sexta-feira (25), foram nomeados oficialmente os novos escolhidos por Jorginho Mello para compor a Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa.

Os nomes de Carlos Alves e Joana Vicini já constam no Diário Oficial do Estado / Foto: divulgação Secom

O policial penal Carlos Alves assume como titular da Pasta, e também a policial penal Joana Mahfuz Vicini, com adjunta, e não a vereadora Maryanne Mattos (PL), de Florianópolis, conforme informado inicialmente na coluna.

Longo tempo de experiência

Carlos tem 21 anos de carreira, e já atuou como diretor do Complexo Penitenciário do Estado sediado em São Pedro de Alcântara, gerente do Presídio Regional de Criciúma, gerente de Escolta e Vigilância Prisional, desempenhou um papel crucial na formação do Grupo Tático de Intervenções, sendo um dos precursores deste tema em Santa Catarina e, recentemente, ocupou a posição de Gerente de Material Bélico.

Além disso, possui pós-graduação em Gestão em Segurança Pública e já participou de operações nos estados do Ceará, em 2016, Rio Grande do Norte, em 2017, e Roraima em 2018, na contenção de rebeliões em momentos de crise no sistema prisional em âmbito nacional.

Adjunta com boa formação

Enquanto que Joana Mahfuz Vicini é policial penal desde 2008, já foi coordenadora de Execução Penal e gerente de Revisões Criminais no sistema prisional, atuou no Presídio Masculino Regional de Florianópolis e no Complexo Penitenciário do Estado e ocupou o cargo de diretora do Presídio Feminino Regional de Florianópolis.

Joana é graduada em Direito e pós-graduada em Segurança Pública.

412 policiais penais reforçam as unidades prisionais de SC

Na manhã desta segunda-feira, 19, o governador Jorginho Mello deu posse aos novos policiais penais da Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa. A cerimônia aconteceu na sede do Centro Administrativo do Governo do Estado, no Teatro Pedro Ivo.

Foto: Eduardo Valente / Secom

Os servidores foram aprovados no concurso público de 2019, passaram por todas as etapas de classificação e agora chegam para assumir os trabalhos e somar o efetivo já existente no quadro de policiais penais da SAP.

São 412 policiais penais que foram lotados nas unidades prisionais e já estão se apresentando nos locais de trabalho. Em até 15 dias todos eles estarão nos seus postos. Atualmente, o sistema prisional catarinense tem entorno de 27 mil apenados, considerando todos os regimes.

Novos policiais penais do Estado vão tomar posse

O governador Jorginho Mello dará posse a 412 novos policiais penais na próxima segunda-feira, 19, em solenidade realizada no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, a partir das 10h.

 O ato também terá a presença do secretário da Administração Prisional e Socioeducativa, Edenilson Schelbauer, e demais autoridades convidadas.

Os policiais fazem parte dos excedentes aprovados no concurso da Polícia Penal. O Governador ressalta que a posse ocorre, mesmo neste momento de austeridade fiscal.

Vale lembrar que os policiais penais aprovados no concurso público de 2019 passaram por todas as etapas de classificação e agora chegam para assumir os trabalhos e somar o efetivo já existente no quadro de servidores da SAP.

Foto: Eduardo Valente / Secom

CPMI de 8 de janeiro

Senador Jorge Seif / Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Jorge Seif ao conversar com o governador Jorginho Mello, durante uma live via redes sociais na noite desta terça-feira (4), aproveitou para expor a pressão que vem sendo exercida sobre o presidente da Casa, o senador Rodrigo Pacheco, (PSD/MG) para que seja instalada a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).

Segundo Seif, no Senado, já são mais de 35 assinaturas, e na Câmara dos Deputados, em torno de 190. Garantiu que existe o comprometimento de Pacheco de priorizar a instalação da Comissão, próxima semana, mesmo com toda a máquina do governo Lula, remando contra.

Seif em live com o governador Jorginho Mello

Nesta que foi a primeira feita live feita pelo senador Jorge Seif neste ano, tendo como convidado o governador Jorginho Mello, ambos do PL. A conversa fluiu animada, mas que trouxe temas que interferem no pleito de 2024.

Nos planos do Partido, a ideia da eleição de 1000 pessoas, entre prefeitos, vices e vereadores, em todo o Brasil. Já em Santa Catarina, a pretensão é chegar a 100. Jorginho Mello, que é o presidente do PL em Santa Catarina, adiantou que está trabalhando desde já para recrutar novos partidários, especialmente, prefeitos e vereadores.

Citou a força do ex-presidente Jair Bolsonaro, como grande timoneiro para manter o legado da direita conservadora no Brasil, e que ele já está convidado a visitar Santa Catarina, juntamente com a esposa Michelle.

Está no escopo do Partido Liberal de SC, logo após os 100 dias de governo, organizar reuniões regionais, com a participação do senador Seif, de deputados estaduais e federais, a apresentar o planejamento para o pleito de 2024.

100 dias de governo

Na conversa com o senador, Jorginho Mello adiantou que irá apresentar o balanço dos 100 dias de governo, na segunda-feira (10), na Casa da Agronômica. Citou alguns pontos, como os serviços de cirurgias eletivas que já atenderam mais de 22 mil pessoas; os 500 quilômetros da rede trifásica em áreas rurais de Santa Catarina, o plano de implantação da Faculdade Gratuita que está dando entrada na Assembleia Legislativa, também o Plano de Ajuste Fiscal. Enfim, todas as ações até agora implementadas.

Policiais Penais

Indagado pelo Senador sobre a situação dos policiais penais, Jorginho garantiu está no planejamento do governo, e que também faz parte de compromisso de campanha, chamar os 465 policiais penais concursados, até a metade deste ano.

Pesa também a preocupação da dispensa dos 541 ACTs, que também dependem do emprego para o sustento de suas famílias. Portanto, tudo está sendo pensado com calma, para que haja uma transição mais bem trabalhada.

Não falou nada a respeito de alguma estratégia a ser adotada para valorizar as demais classes da segurança pública, como as polícias civil, militar ou bombeiros, embora a questão tenha sido citada pelo senador Jorge Seif, durante a live.