Hospital Seara do Bem emite Nota de Esclarecimento

Após a prisão, nesta segunda-feira (23), de uma pessoa que se passava por médico no Hospital Infantil Seara do Bem, em Lages, a entidade hospitalar emite Nota de Esclarecimento. Veja abaixo, na íntegra:

O Hospital Seara do Bem, com 56 anos de serviços prestados à sociedade catarinense e mais de 315 colaboradores, realiza uma média de 3.500 atendimentos por mês.

O incidente isolado, ocorrido no último domingo, 22 de setembro, envolvendo um estelionatário que se passou por médico, não reflete o histórico da instituição.

O plantão atípico em questão, de caráter único, teve como objetivo a avaliação técnica do CRM apresentado, uma vez que o indivíduo não possuía cadastro no hospital nem acesso ao sistema.

Durante o período, ele atuou como terceiro médico, sob supervisão da médica responsável pelo plantão, realizando poucos atendimentos.

O Hospital Seara do Bem está entrando em contato com todos os pacientes atendidos entre 17h e 23h do último domingo para monitoramento e, se necessário, novo atendimento.

A diretoria do Hospital Seara do Bem lamenta profundamente o ocorrido e reforça seu compromisso com a saúde da comunidade.

A instituição está revisando e aprimorando seus critérios de contratação para garantir a segurança e o bem-estar de todos os pacientes.

Transparência e segurança são pilares do nosso compromisso com a comunidade.

A Diretoria

Hospital Seara do Bem

Lages, 24 de setembro de 2024.

Direção do HNSP emite nota

A Direção da Sociedade Mãe da Divina Providência – Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, vem informar que houve a alteração na diretoria da unidade hospitalar, sendo que esta, a partir do dia 01 de novembro de 2019, passou a ser gerida por um grupo de pessoas vinculadas a área da saúde e comprometidas com a continuidade do trabalho e missão das Irmãs da Divina Providência, que teve início em 1.915, completando 104 anos de história no próximo dia 19 de novembro, onde muitas das irmãs tiveram dedicação exclusiva no atendimento à saúde de toda a população da região serrana.

O objetivo da atual administração é dar continuidade ao trabalho iniciado pelas religiosas, mantendo os convênios, dentre eles o Sistema único de Saúde – SUS, e toda a estrutura hospitalar existente, sem qualquer alteração de CNPJ, razão social, filantropia, atendimento de urgência e emergência, entre outros serviços hoje prestados à comunidade.  Da mesma forma, os convênios firmados entre o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, o Município de Lages e o Estado de Santa Catarina, serão mantidos e cumpridos nos termos acordados.

Foto: Divulgação

Edital de iluminação pública rende nota de esclarecimento

A Prefeitura de Lages esclarece que o edital de concorrência 10/2017, que prevê a contratação de empresa de engenharia para prestação de serviços de operação do sistema de iluminação pública do município, com fornecimento de materiais, está em conformidade com a legislação e, inclusive, tem o respaldo do Tribunal de Contas do Estado.

A licitação prevê três itens: manutenção da iluminação pública e teleatendimento, com valor anual de R$ 1.892.692,08; serviços específicos, com valor anual de R$ 2.139.664,30; e compra de materiais, com valor anual de R$ 2.844.316,46. Os três itens somam R$ 6.876.672,84.

É importante destacar, porém, que a licitação lançada no dia 25 de janeiro, e para a qual se candidataram nove empresas, prevê a contratação imediata apenas do primeiro item, que trata da manutenção da iluminação pública e serviço de teleatendimento, com valor de R$ 1.892.692,08 por ano, ou R$ 157.724,34 por mês.

Os outros dois itens, que tratam da execução de serviços específicos e da compra de materiais para o sistema (a lista completa com 292 tópicos pode ser conferida no edital), configuram um mecanismo legal de segurança para a Prefeitura, que já terá uma empresa licitada para esse tipo de necessidade básica, o que até então não existia e impedia, por exemplo, a troca de postes na cidade.

Estes itens somente serão acionados ao longo do ano caso haja demanda e, ainda assim, com a devida justificativa técnica e a disponibilidade de orçamento.

Foto Divulgação

Nota de Esclarecimento sobre o Águia 4

O Governo do Estado de Santa Catarina esclarece que o helicóptero Águia 4 da Polícia Militar, sediado em Lages desde maio de 2015, não está parado por falta de combustível. A aeronave está devidamente abastecida, porém, encontra-se inoperante desde o último fim de semana devido à necessidade de manutenção programada e obrigatória para a troca de uma peça chamada FCU, que funciona como um carburador do helicóptero. O comando da 5ª Companhia do Batalhão de Aviação da PM já está providenciando o componente novo, que é fabricado na França e será importado de lá, e nos próximos dias o Águia 4 voltará aos céus da Serra Catarinense.

Nota de Esclarecimento da Uniplac

É uma resposta à Nota enviada pelo DCE e postada aqui no Blog.

Reitoria da Universidade do Planalto Catarinense

A Uniplac se encontra em uma situação financeira que inspira especial cuidado de gestão, desde o término da intervenção judicial em outubro de 2014, dando sequência ao trabalho realizado até então pelo processo do Poder Judiciário de Santa Catarina.

Desde então os responsáveis pela gestão tanto da Fundação Uniplac (mantenedora e responsável pela administração financeira), quanto da Universidade (mantida) vêm trabalhando de forma séria e incansável em prol da melhor manutenção dos serviços educacionais, da redução de inadimplência e da evasão de alunos, fatores que se cresceram em todas as Instituições de Ensino Superior junto com a crise econômica que assolou todo o país, principalmente nestes últimos meses.

A queda de matrículas neste primeiro semestre de 2016 e, com isso, a queda de receita institucional acarretaram na necessidade de redução de custos e despesas. Assim,  contratos de serviços com terceiros em longo prazo foram cancelados ou estão sendo renegociados, bem como, as equipes dos setores de trabalho estão sendo reduzidas, dentro da sua possibilidade mínima de atuação e atendimento, sempre prezando pela sequência das atividades e a qualidade necessárias à prestação dos serviços aos estudantes. Vale ressaltar que as aulas e atividades de orientação e atividades práticas seguem seu fluxo normal.

Dentro das últimas ações tomadas para redução dos custos, os cargos comissionados ou de “confiança” foram exonerados e reconduzidos tendo sido extinguidas as gratificações, ou seja, mantiveram-se os salários de origem da função administrativa – incluindo-se neste caso o Reitor.

Com relação aos valores de folha de pagamento, os valores veiculados não são verdadeiros. O mapa de custos da Instituição com os valores corretos foi apresentado em reunião do Conselho Superior Universitário, nos dias 16 e 17 de março sendo: R$ 1,567 milhão de custo com professores em sala de aula e R$ 1,289 milhão com custo de professores em atividades docentes fora da sala de aula – gestão, coordenação de curso, supervisão e orientação de estágio, atividades prática de laboratórios – mais as atividades administrativas de funcionários de apoio.

Como custo entenda-se a remuneração dos funcionários mais os encargos sociais pagos pela instituição pela manutenção deles. Transformados em percentuais do composto geral da folha de pagamento, estes valores correspondem a 80% de pagamento de professores e 20% a técnicos administrativos.

Estas e outras ações de contenção tomadas fazem parte da rotina de gestão e administração de instituições e empresas de qualquer setor, e igualmente, em períodos de recessão, a Uniplac também deve assumir o compromisso de adequação e busca de soluções, tendo como fim a  manutenção de sua atuação e continuidade como Universidade, comprometida com a formação do cidadão e com o desenvolvimento regional do Planalto Catarinense.

 João Marcelino

 Assessoria de Marketing e Comunicação Uniplac

Governo envia nota de esclarecimento

O Governo do Estado esclarece que, com relação às recentes divulgações de supostos recursos repassados para Santa Catarina pela empresa Odebrecht, alguns pontos precisam ficar claros.

  1. A empresa Odebrecht não tem em Santa Catarina nenhum contrato, não executa nenhuma obra pública ou realiza qualquer serviço do Governo do Estado, tampouco não tem, desde 2011, período do atual governo, nada que justificasse a transferência desses recursos;
  1. Os valores e a forma da suposta transferência são ainda fruto de divulgação fracionada que carecem de fundamentação, o que será aguardado pela autoridade pública estadual para posicionamento definitivo sobre quem possa ter dado causa a esses fatos, se verdadeiros;
  1. Por fim, o governador Raimundo Colombo não reconhece qualquer relação com a empresa Odebrecht, tampouco conhecimento sobre qualquer transferência de valores a Santa Catarina, que não tenham sido fruto de doação direta e oficial ou através do partido nacional;

O Governo do Estado apoia todas as investigações e vai colaborar com tudo o que estiver ao seu alcance para que o Brasil supere este momento crítico de sua história.​