Carmen votou pela cassação Donadon

O nossa deputada federal Carmen Zanotto (PPS), já havia antecipado que votaria pela cassação do deputado Natan Donadon, ocorrida nesta última quarta-feira (12).

carmem votouDeputada federal Carmen Zanotto (PPS/SC)

“Agora que o voto tem nome e sobrenome este foi o resultado: 467 votos favoráveis e 1 abstenção. É a vitória do voto aberto. Mesmo seis meses depois a Câmara cumpriu o seu dever com a sociedade”, ressaltou Carmen Zanotto que votou pela cassação.

Com voto aberto, Donadon é cassado

Foi na noite desta quarta-feira (12), num momento histórico, uma vez que foi a primeira votação aberta ao analisar a perde de cargo de um parlamentar. No caso, Natan Donadon.

donadonNatan Donadon cassado em voto aberto

Dos 468 presentes, 467 votaram a favor da cassação do parlamentar. Houve uma abstenção.

Donadon foi condenado pelo STF sob a acusação de ter desviado R$ 8,4 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Em razão da condenação, o Supremo determinou a prisão de Donadon, que foi encaminhado ao Complexo Penitenciário da Papuda em junho do ano passado.

Desta vez, espera-se, seja com o voto aberto

A próxima quarta-feira (12), será um dia diferente na Câmara dos Deputados, em Brasília.

É que, pela primeira vez, eles vão definir o destino de um parlamentar preso, condenado  13 anos de prisão por desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Rondônia, o Natan Donadon, sem partido.

Natan-Donadon-No ano passado, em votação secreta, os deputados mantiveram, mesmo com o Donadon preso, o mandato dele.

Agora, em votação aberta estamos todos prontos para ver quem fica do lado do parlamentar criminoso que cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, desde junho de 2013.

Voto antecipado

Em Santa Catarina, o deputado Jorginho Mello (PR), já antecipou o voto. Será pela cassação.

Tentativa

No entanto, o advogado de Donadon, Michel Saliba quer manter o voto secreto para “garantir a segurança jurídica e os princípios do devido processo legal e da ampla defesa.

Algo que não deve acontecer. Os deputados não querem passar por novo desgaste político.

Renunciou

jpcPor outro lado, a carta de renúncia do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), foi lida em Plenário na tarde nesta segunda-feira (10), na Câmara, em Brasília.

Quem diria

José Dirceu, entre os condenados
José Dirceu, entre os condenados

Após oito anos, Supremo determina prisão de condenados no mensalão.

Ministros votam pelo início imediato da execução das penas; ex-dirigentes do PT, como Dirceu, Genoino e Delúbio, além de Marcos Valério, operador do esquema, poderão ser presos nos próximos dias.

Mas, embora ainda tenha que julgar os embargos infringentes – recursos nos crimes em que houve maioria apertada na Corte, com pelo menos quatro votos pela absolvição -, o Supremo contrariou a expectativa de que a prisão dos condenados pelo mensalão levaria mais tempo, podendo ficar para 2014, em meio às campanhas eleitorais.

Essa decisão expõe ainda mais a Câmara, que manteve o mandato de um deputado preso – Natan Donadon – e se vê pressionada a deliberar sobre a situação de Genoino, João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry. (Fonte: O Estadão)

Voto aberto na ALESC

Depois da absolvição do deputado federal Natan Donadon, justamente pelo voto secreto, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina poderá adotar o sistema de voto aberto.

Quase todos, 36, dos deputados se manifestaram ser favorável à iniciativa.

Na quarta-feira, a admissão da proposta será votada e bastam 21 votos para a tramitação continuar.

A posição é compartilhada pelo presidente da Assembleia, Joares Ponticelli (PP).

Aliás, sobre Donadon, a sessão que o absolveu foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal na tarde de segunda-feira (2).

Deputados alinhados com o crime e à bandidagem

Vai entender a postura deplorável na votação desta quinta-feira (29), em que a Câmara Federal manteve no cargo o deputado Natan Donadon, preso e condenado à prisão por mais de 13 anos.

o cara agradece a deusO deputado Natan acompanhou a votação de cassação escoltado pelo polícia, no Congresso, em ainda agradece aos céus o resultado da canalhice. Em seguida retornou à prisão.

Eram necessários 257 votos para confirmar a cassação, mas o número chegou a 233.

É exatamente o que você está pensando, ou seja, bandido protege bandido. Não há outra explicação. Ficou óbvio que na votação secreta estão todos os que acobertam a corrupção.

Ao determinar a prisão do deputado, a justiça cumpriu com a parte dela.

A conclusão é de que o deputado, apesar de estar cumprindo pena, segue dono do mandato, conservando todas as prerrogativas parlamentares.

A Nação está envergonhada, no que podemos chamar de ação de quadrilheiros em pleno Congresso. Só falta agora, o deputado legislar de dia e à noite dormir na cadeia.

(foto: Agência Brasil)