Como em todos os lugares, Lages, aos poucos vai amadurecendo os nomes para a sucessão municipal. O ano que vem é tempo de eleições.

Prefeito Antonio Ceron já disse que não fala em reeleição antes de fevereiro de 2020.
Ainda é uma incógnita o que Antonio Ceron deverá fazer. Se concorre à reeleição, ou se irá dispor de um outro nome ligado a ele. Penso que, se seguir o que dissera na campanha passada, não vai concorrer de novo.
Esta semana, no campo das hipóteses, se ventilou o nome do Procurador Público, Lio Marin. Não sei. O homem não tem vivência no circulo político lageano. Embora seja uma pessoa muito bem preparada.
Citados também outros nomes, como o de João Alberto Duarte e o do vice Juliano Polese. Acrescento ainda o nome do jovem Samuel Ramos, que tem aparecido bastante. Está semeando.
Sobre os demais
Em outras siglas já há nomes sendo ventilados há mais tempo. Dentro do próprio PSD, o do vereador Jair Junior, que deverá trocar de partido. Os vereadores Lucas Neves e Luiz Marin, do Progressistas que também devem mudar de partido, já assumiram a condição de pré-candidatos.
Mais recentemente, se posicionou como opção, o empresário do ramo imobiliário e da construção, Dilmar Monarin (PSDB).
Só aí já somam oito nomes. Obviamente não dá para esquecer do MDB, em que Cosme Polese, Thiago de Oliveira e Mushue Hampel aparecem, sem contar com o do ex-prefeito Elizeu Mattos.
Não se pode ainda, esquecer da deputada federal Carmen Zanotto, que, diante de uma possibilidade pessoal dela, deverá estar também no páreo.
Como se vê, são muitos os nomes que deverão se afunilar nessa nova disputa eleitoral. Desses, prováveis três, devem ser sacramentados. Mais do que isso, abre a possibilidade da pulverização dos votos.
Foto: divulgação









