O Brasil passou pelas mais diversas denominações do crime de colarinho branco. A exemplo do “mensalão”, “petrolão”, e outros “ão”, agora, a vez do “covidão”. É a mais recente denominação, em razão da farra de muitas gestões com o dinheiro disponibilizado para o combate do novo coronavírus.
Imaginem. É o que tem possibilitado os decretos de calamidade em tempos de pandemia. Prefeitos e governadores podem gastar sem licitação, e também contratar contingentes de novos “colaboradores” para auxiliar no combate. E assim vai. Há, claro, quem esteja aplicando os recursos com decência.
A Polícia Federal e o Ministério Público já estão à caça daqueles que “sem querer” gastaram além da conta, investigando os superfaturamentos no uso de verbas públicas da covid-19.








